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Março 2013

Atlantis Cup celebra 25 anos em 2013

Atlantis Cup celebra 25 anos em 2013A Atlantis Cup – Regata da Autonomia, que liga quatro das nove ilhas dos Açores, celebra este ano a 25ª edição, uma competição singular que conta anualmente com participantes nacionais e internacionais, foi anunciado esta quinta-feira pela organização.

Em 2013, a maior prova de vela de cruzeiro dos Açores será disputada entre 28 de julho e 06 de agosto, estando já a decorrer o prazo de inscrições, refere em comunicado a organização da competição naútica, destinada a barcos de cruzeiro da classe ORC, ANC e OPEN.

A organização revela que, como é hábito, o Clube Naval da Horta, conjuntamente com a regata edita uma revista, denominada “Atlantis Cup”, uma publicação bilingue (português e inglês) que é distribuída nos centros do iatismo nacional e internacional. A primeira edição da Regata da Autonomia decorreu em 1988 e numa primeira fase largou amarras do Porto da Horta, um modelo que viria a ser alterado anos mais tarde, com a largada a ser dada do Porto de Ponta Delgada, figurino que se manteve até 2009, estendendo-se presentemente também a Vila do Porto, na ilha de Santa Maria.

“Sendo uma das regatas costeiras mais bonitas que tem lugar em Portugal, a Regata da Autonomia tem ao longo dos anos vindo a ter um número oscilante de participações nacionais e internacionais, sendo igualmente um excelente contributo para o crescimento da frota regional e para consolidação da vela de cruzeiro, como modalidade náutica de interesse e que pode promover turisticamente os Açores”, sustenta a organização.

A Autoridade Organizadora da prova é constituída pelo Clube Naval da Horta (CNH), com o patrocínio da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, Governo Regional dos Açores e Liberty Seguros e com a colaboração do Clube Naval de Santa Maria, Clube Naval de Ponta Delgada e o Angra Iate Clube. Ler mais/Fonte: acorianooriental.pt

 

Douro Marina inaugura em Abril edifício único no Norte

Douro Marina inaugura em Abril edifício único no NorteUm ano após a sua inauguração, a Douro Marina, em Gaia, apresenta uma taxa de ocupação permanente de 60% e prepara-se para a abertura, em Abril, do edifício de apoio que será um “ícone na zona norte do país”. “Não foi só fazer um edifício de marina, mas de referência para o Norte”, explicou hoje José Sampaio, director comercial da Douro Marina, que salienta a “arquitectura bastante valorizada” da nova infra-estrutura.

A primeira fase da Douro Marina, situada na margem Sul do Douro, mesmo à entrada da foz do rio, foi inaugurada a 4 de Fevereiro de 2012 e correspondeu a um investimento de cerca de 6,5 milhões de euros, numa estrutura com estacionamento para 300 embarcações até 20 metros.

Prevista para Julho de 2012, a segunda fase, orçada em 3 milhões euros, ficará concluída apenas em Abril com a abertura do edifício de apoio que, “além dos espaços habituais”, foi estruturado numa “lógica hoteleira” e terá “salas de formação e de eventos”. José Sampaio faz agora um “balanço extremamente positivo” do primeiro ano da Douro Marina, que apresentou uma taxa de residência fixa na ordem dos 60% (170 lugares) e acolheu 370 barcos de passagem, com uma média de permanência de 4 dias.

“Este ano o objectivo é chegar aos 1.000, 1.200 barcos de passagem [e] contamos, este ano, ter a marina com 80% de ocupação permanente (contratos anuais) e 20% dos lugares para barcos de passagem”, explica. Assumindo-se como a “maior infra-estrutura náutica entre Cascais e a Galiza”, a Douro Marina terá, a partir de Abril, 2 restaurantes, uma cafetaria, uma loja náutica, uma academia de vela e outros espaços a preencher o edifício erguido mesmo junto ao cais e desenhado pelo gabinete de arquitectura Barbosa e Guimarães.

Maioritariamente procurada pelos mercados francês, alemão, holandês e inglês, a marina é actualmente a única a Norte com capacidade para receber iates de 50 metros. A gestão da concessão da marina está a cargo do Grupo MCA, que fará a exploração num período de 30 anos. A área de concessão compreende a zona de estacionamento de embarcações, com cerca de 49 mil metros quadrados, e outra para estacionamento temporário a seco para reparações, com mais de 4 mil metros quadrados, apoiada por um edifício oficinal. Depois de em 2012 ter acolhido a primeira etapa no Porto da competição Extreme Sailing Series, a Douro Marina prepara-se para, em 2013, receber novamente a frota de catamarãs entre os dias 25 e 28 de Julho, para o 5.º acto do circuito internacional que arranca em Março em Muscat, Omã.
Ler mais/Fonte: porto24.pt

 

Assembleia Municipal decide se Lisboa integra Volvo Ocean Race

Assembleia Municipal decide se Lisboa integra Volvo Ocean RaceA Assembleia Municipal de Lisboa vota terça-feira a participação da cidade como porto de escala das duas próximas edições da Volvo Ocean Race, regata integrada entre os cinco maiores eventos desportivos do Mundo. Em discussão, e votação, estarão os quatro milhões de euros necessários para Lisboa fazer parte das edições de 2014-2015 e 2017-2018.

Para a edição de 2014-2015 estão já asseguradas as passagens por Alicante (Espanha), Recife (Brasil), Abu Dhabi, Auckland (Nova Zelândia), Itajaí (Brasil), Newport (EUA) e Gotemburgo (Suécia). Tendo em conta a última edição, que contou com dez portos, faltarão mais três cidades. Uma delas poderá ser Lisboa, caso mereça aprovação em Assembleia Municipal.

Segundo um estudo da PricewaterhouseCoopers, a passagem por Lisboa da Volvo Ocean Race de 2012, considerada de interesse público nacional pelo Conselho de Ministros, teve um impacto económico entre 29,2 a 34,4 milhões de euros. Desse valor, 16,4 milhões referem-se ao impacto direto, enquanto o indireto oscilou entre os 13 e os 18 milhões de euros. No mesmo estudo, Lisboa mereceu um total de 202.510 visitantes a uma escala que teve 700 horas de cobertura televisiva e uma audiência de 111 milhões em 37 países.

O projeto foi aprovado pela câmara a 30 de janeiro, mas, na altura, apenas a maioria socialista votou a favor, tendo o PSD e o PCP votado contra e o CDS-PP abstido. O “enorme custo” da prova para o município levantou dúvidas às bancadas social-democrata e comunista. Contudo, o presidente António Costa defendeu que o esforço para a manutenção da etapa em Lisboa entre 2015 e 2018 podia ser compensado quando fosse renegociada a base da partida para o próximo ciclo de regatas. De acordo com António Costa, o objetivo é ter a partida da prova em Lisboa. Segundo um acordo entre a câmara e a Associação de Turismo de Lisboa (ATL), as duas partes terão de pagar, até meados de 2018, quatro milhões de euros para a passagem das duas próximas edições da regata Volvo Ocean Race pela capital.
Ler mais/Fonte: desporto.sapo.pt

 

Abril 2013

Volvo Ocean Race 2014-15: Chinesa Sanya junta-se a Lisboa no lote de cidades-sede

Volvo Ocean Race 2014-15: Chinesa Sanya junta-se a Lisboa no lote de cidades-sedeNum percurso do qual faz igualmente parte Lisboa, a mais recente confirmação como cidade-sede da Volvo Ocean Race 2014-2015 pertence à cidade chinesa de Sanya, que assim repete a presença numa volta ao mundo da qual já fez parte na última edição.

A cidade, recorda a organização da Volvo Ocean Race, é considerada a capital do turismo da província de Hainan, devido ao clima tropical que se mantém durante os 12 meses do ano. Na próxima edição da Volvo Ocean Race, Sanya figurará entre as paragens em Abu Dhabi e Auckland, na Nova Zelândia.

Esta será a terceira vez que a China contará com uma cidade entre os stopovers da regata, depois de, na edição de 2008-09, ter visto Qingdao como cidade-sede. Em 2011-12, coube a Sanya assumir a representação chinesa.

A 12.ª edição da Volvo Ocean Race terá como ponto de partida Alicante, Espanha, sendo que, para já, estão confirmadas Recife, no nordeste do Brasil; Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos; Sanya, na China; Auckland, na Nova Zelândia; Itajaí, no sul do Brasil; Newport, nos Estados Unidos; Lisboa, em Portugal; e, finalmente, Gotemburgo, na Suécia. Ler mais/Fonte: diariodigital.sapo.pt

 

Navio Gil Eannes abre novamente a visitas

Navio Gil Eannes abre novamente a visitasA Fundação Gil Eannes informa que o Navio Hospital Gil Eannes encontra-se novamente aberto ao público todos os dias e a partir das 9H00. As visitas guiadas a grupos escolares devem ser marcadas em www.fundacaogileannes.pt ou pelo telefone 258 809 710. O Navio Hospital Gil Eannes, construído nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo em 1955, que serviu a frota bacalhoeira nos mares da Terra Nova e Gronelândia entre as décadas de 50 a 70, foi resgatado ao sucateiro em 1997 pela então “Comissão Pró-Gil Eannes” e aberto ao público em Agosto de 1998, já como propriedade da Fundação Gil Eannes.

A Fundação Gil Eannes considerando-o património cultural tem vindo ao longo destes quinze anos, a transformar o Gil Eannes num espaço museológico, onde o percurso de visita se inicia no castelo central, podendo visualizar-se locais como os camarotes do capitão, imediato, telegrafistas, casa de navegação, barbearia, cozinha, casa das máquinas, consultório médico, bloco operatório, sala de jantar dos oficiais, capela entre outros, e ainda, aceder a diversos registos fotográficos e documentais.

Recorde-se que no passado dia 19 de Fevereiro o Navio Hospital Gil Eannes deu entrada nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo para a realização de vários trabalhos de reparação, manutenção e tratamento do casco e no dia 14 de Março, regressou à antiga Doca Comercial de Viana do Castelo.
Ler mais/Fonte: nauticapress.pt

 

Estratégia Nacional para o Mar 2013-2020 debatida em Lisboa

Estratégia Nacional para o Mar 2013-2020 debatida em LisboaO Auditório Mar da Palha, no Oceanário de Lisboa, recebeu sexta-feira um debate promovido pela PwC sobre o tema “Economia Azul – Que Rumo? – Estratégia Nacional para o Mar 2013-2020”, que contou com a presença de líderes de empresas dos mais variados setores de atividade, universidades, instituições nacionais, instituições regionais, instituições locais, Marinha, representações diplomáticas, clusters do mar , entre outras entidades.

Entre as conclusões deste encontro, a organização destaca: consenso sobre a importância fundamental do potencial da economia do mar no desenvolvimento do país; abertura dos autores da Estratégia Nacional para o Mar 2013-2020 para ouvir todos os contributos a serem dados durante o período de discussão pública e fazerem as alterações que considerarem necessárias; urgente necessidade de simplificação administrativa em todos os processos associados às atividades do mar, acabando com processos complicadores por parte do estado, sendo necessário que o estado tenha uma postura de incentivador das atividades económicas do mar; importância fundamental da abordagem regional, adicionalmente, no caso das regiões autónomas, particularmente a região autónoma dos Açores, considera que a proposta da Estratégia Nacional para o Mar pode ser melhorada, clarificando as respetivas responsabilidades nas diferentes temáticas; a importância que a União Europeia dá aos temas da economia do mar; a necessidade de existir um consenso nacional alargado sobre os temas do mar, que envolva toda a sociedade e respetivos partidos.

O evento foi aberto pelo Secretário de Estado do Mar, Manuel Pinto de Abreu. O primeiro painel, moderado por Helena Vieira (CEO da Bioalvo), contou com apresentações de Francisco Mendes Palma (Diretor do Espírito Santo Research), Daniel Santos (Diretor Coordenador da Caixa BI), Fernando Ribeiro e Castro (Secretário Geral do FEEM), Rui Azevedo (Diretor Executivo da Oceano XXI), Regina Salvador (Professora da Universidade Nova de Lisboa), e Joaquim Macedo de Sousa (Professor da Universidade de Aveiro).

No segundo painel, moderado por Miguel Herédia (Ocean Vision), António Vidigal (CEO da EDP Inovação), Manuel Tarré (Fileira do Pescado), João Freire Cardoso (Diretor Geral da Ocean Plug – REN), Jorge D´Almeida (CEO da SACONSULT), Óscar Mota (Assessor da Direção da Associação das Indústrias Navais) e Roy Garibaldi (Diretor da Sociedade de Desenvolvimento da Madeira), participaram como oradores.

O terceiro painel, moderado por Isabel Gião (Sócia da Vieira de Almeida e Associados), teve como oradores David Mascarenhas dos Santos (Presidente da CCDR Algarve), Eduardo Brito Henriques (Presidente da CCDR Lisboa e Vale do Tejo), Carlos Neves (Presidente da CCDR Norte), Paulo Oliveira (Diretor do Parque Natural da Madeira) e Frederico Cardigos (Diretor Regional dos Assuntos do Mar). Já o painel de encerramento foi moderado por Miguel Marques (sócio PwC) e contou com a presença de Manuel Pinto de Abreu (Secretário de Estado do Mar), Tiago Pitta e Cunha (Ocean Vision) e António José Correia (Presidente da Câmara de Peniche).
Ler mais/Fonte: portosdeportugal.pt

 

 

Fevereiro 2013

Famoso pirata somali anuncia abandono da “profissão”

Famoso pirata somali anuncia abandono da "profissão"Um dos pioneiros da pirataria na Somália, Mohamed Abdi Hassan, aliás “Afweyne” (desbocado, em somali), com um vários roubos espetaculares no currículo, anunciou a sua retirada após oito anos extremamente lucrativos.

“Afweyne” não divulgou as razões porque decidiu abandonar a pirataria mas, segundo outros piratas, o ano de 2012 foi marcado pela falta de “presas” devido ao reforço de segurança nos mares efetuado por forças internacionais.

“Após termos sido piratas durante oito anos, eu e outros camaradas decidimos abandonar e renunciar à pirataria”, afirmou esta quarta-feira Mohamed Abdi Hassan durante uma cerimónia oficial em Adado (centro da Somália), que contou com a presença das autoridades locais, afirmando ainda que “já estabelecemos contactos com o novo governo da Somália de forma a podermos abandonar este trabalho sujo e esperamos que o governo o possa erradicar de vez”.

“Afweyne” adiantou também que “encorajei igualmente muitos dos meus colegas a fazerem o mesmo e a entregarem o seu equipamento, tanto as embarcações como as armas”. O homem que se apresentou na insólita cerimónia, contudo, parecia mais um homem de negócios que um pirata. Mohamed Abdi Hassan apareceu vestido à ocidental, com camisa branca e casaco escuro, barba feita e óculos Ray-Ban, para informar o mundo da sua renúncia à vida de pirata.

Duas das mais espetaculares “capturas” da pirataria moderna são atribuídas a “Afweyne”. Em setembro de 2008 assaltou um cargueiro ucrâniano carregado de armas, nomeadamente com vários carros de assalto, baterias anti-aéreas, lança-roquetes e munições variadas. Dois meses mais tarde, assalta o superpetroleiro saudita, Sirius Star, que transportava dois milhões de barris de crude, uma carga avaliada em cerca de 100 milhões de dólares. As duas embarcações foram libertadas mais tarde, respetivamente em fevereiro e janeiro de 2009, após o pagamento de vários milhões de dólares de resgate por cada uma. Ler mais/Fonte: dn.pt

 

Volvo Ocean Race 2014/2015 fará duas paragens no Brasil e terá barco brasileiro

Volvo Ocean Race 2014/2015 fará duas paragens no Brasil e terá barco brasileiroA Volvo Ocean Race, maior regata de volta ao mundo, fará duas paradas no Brasil na edição 2014/2015. Os barcos vão parar em Recife, Pernambuco, e em Itajaí, Santa Catarina. Esta é a primeira vez que a competição faz duas paradas no país. Até então, o único país a sediar duas etapas da regata tinham sido os Estados Unidos. Outra novidade desta edição é a participação de um barco brasileiro, o que não acontecia desde 2005 “Estamos muito felizes com a decisão de fazer duas paradas no Brasil. Mostra a importância do país e do mercado brasileiro no cenário mundial”, afirma Roger Alm, presidente do Grupo Volvo América Latina.

Recife será o primeiro porto de parada da regata, que parte de Alicante, na Espanha, no segundo semestre de 2014. Itajaí, que recebeu a edição passada da Volvo Ocean Race, será porto de parada das equipes competidoras entre março e abril de 2015, no trajeto de volta à Europa. As duas cidades participaram de uma disputa acirrada, junto com outras 85 cidades do mundo, para sediar uma das etapas da Volvo Ocean Race. As outras paradas serão anunciadas nas próximas semanas.

“A Volvo Ocean Race é uma grande plataforma de comunicação da marca no mundo. Ter duas paradas no Brasil traz um ganho de exposição para Volvo no país, além de contribuir para o reconhecimento e popularização do iatismo brasileiro”, afirma Solange Fusco, gerente de comunicação corporativa do Grupo Volvo América Latina. Itajaí bateu recorde de público na edição de 2011/2012 da Volvo Ocean Race. Mais de 200 mil pessoas visitaram a Vila da Regata durante parada brasileira. A cidade também se destacou pelas ações em prol do meio ambiente e de engajamento da sociedade, o que lhe rendeu o troféu de melhor programa de sustentabilidade da regada, o “Certificado Volvo de Conscientização Ambiental”.

“Recife é uma das cidades mais antigas do país. A realização de uma das etapas da regata de volta ao mundo na cidade, poucos meses depois de sediar cinco jogos da Copa do Mundo de 2014, vai contribuir para evidenciar ainda mais o município no cenário mundial dos esportes. A Volvo Ocean Race é o mais longo evento profissional de esportes no mundo. A regata de volta ao mundo ocorre de três em três anos e tem nove meses de duração. A cada edição, os participantes enfrentam condições extremas de tempo e temperatura, que variam de -15 graus nos Oceanos do Sul e quase 45 graus na linha do equador. A ligação da Volvo Ocean Race com o Brasil iniciou em 1973, quando a primeira edição da regata, que na época chamava Whitbread Round the World Race, parou no Rio de Janeiro. A competição também visitou parou no País em sua segunda edição em 1977-78 e de novo nos anos de 2001-02, 2005-06 e 2008-09.
Ler mais/Fonte: brasilengenharia.com

 

Festas do Mar em Angola dominam primeiro trimestre do ano turístico 2013

Festas do Mar em Angola dominam primeiro trimestre do ano turístico 2013Luanda – As Festas do Mar/2013, agendadas para o mês de Março, na província do Namibe, vão dominar, a nível interno, o primeiro trimestre do presente ano turístico, com a realização de várias actividades sócio-culturais, recreativas e desportivas. Enquadradas na estratégia do Executivo de promoção do turismo social interno, as Festas do Mar decorrerão de 01 a 31, envolvendo representantes de distintas províncias do país, entre operadores turísticos nacionais e estrangeiros.

De acordo com o programa deste tradicional evento que anualmente acontece em Março, durante os 31 dias do mês indicado, se prevê realizar missa de acção de graças, desfile de embarcações, show de pirotecnia e espectáculos músico-culturais. O documento ao que a Angop teve hoje acesso acrescenta que as Festas do Mar serão ainda abrilhantadas com maratonas desportivas (canoagem, pescas desportivas, jetsky, pára-quedismo aquático, ketsurf e pesca ao corrico) e concurso de construção na areia.

A agenda de trabalho inclui também corridas de motorizadas cupapatas, provas de motocross, de rally, de automóveis, exposições, feiras, galas, desfile de modas, workshops, concursos de saber, almoços de confraternização e visitas. No plano desportivo, o certame reserva igualmente provas de ciclismo, atletismo, karting, hóquei em patins, natação, chatas e tiro ao alvo, assim como torneios/quadrangulares de futsal masculino, andebol júnior feminino e voleibol de praia. Co-organizadas pelo Ministério da Hotelaria e Turismo e o Governo da Província do Namibe, as Festas do Mar afiguram-se como uma significativa oportunidade para a divulgação do potencial socioeconómico e cultural do Namibe, em particular.

Comemoram-se desde 1962, como forma de valorizar o mar, sua riqueza e importância na vida das populações. Os festejos acontecem habitualmente em Março, por ser tido como o período mais quente da época do verão, agitando toda a cidade do Namibe. Devido a questões político-militares foram interrompidas em 1975 (por ocasião da conquista da independência nacional) e retomadas cinco anos mais tarde. Daí para cá jamais registaram interregno, constituindo o principal motivo de chegadas turísticas à província. A par das Festas do Mar, internamente o Ministério da Hotelaria e Turismo, neste primeiro trimestre, dará continuidade à implementação dos Pólos Turísticos de Calandula, da bacia do Okavango e de Cabo Ledo, do projecto transfronteiriço Okavango-Zambeze, bem como ao seu plano de formação a quadros do sector.
Ler mais/Fonte: portalangop.co.ao

 

Janeiro 2013

Sines recebe megacarrier em viagem inaugural

Sines recebe megacarrier em viagem inauguralO Terminal XXI do Porto de Sines recebeu, no dia 18 de dezembro, mais um porta-contentores de última geração em viagem inaugural. Tratou-se do MSC Katie que está inserido no Lion Service, o serviço direto que liga semanalmente o Extremo Oriente a Sines.

Este megacarrier foi construído nos estaleiros da STX Offshore e Shipbuilding, na Coreia do Sul, tendo entrado em operação em Novembro passado. Apresenta um comprimento fora-a-fora de 366 metros e boca de 48,4 metros, o que lhe confere uma capacidade para transportar 12.400 TEU, exigindo um calado máximo de 15,5 metros.

Recorde-se que navios com estas características exigem infraestruturas portuárias com grande capacidade, tanto no que respeita a profundidade como a equipamentos que permitam efetuar a operação portuária com elevados índices de produtividade, como é o caso do Porto de Sines. Conforme prática habitual, a Administração do Porto de Sines assinalou esta escala com a oferta de uma placa alusiva à ocasião ao comandante do navio. Ler mais/Fonte: portodeportugal.pt

 

Fragata «Libertad» regressa à Argentina em Janeiro

Fragata «Libertad» regressa à Argentina em JaneiroO governo da Argentina anunciou que a fragata ‘Libertad’, retida no Gana há dois meses e meio, regressa ao porto de Buenos Aires, a capital do país, no dia 9 de Janeiro.

O ministro da Defesa argentino, Arturo Puricelli, disse em uma coletiva de imprensa que “o retorno da fragata deverá acontecer a curto prazo”. Já o chanceler da Argentina, Héctor Timerman, disse que o acórdão unânime do Tribunal do Mar, que obrigou Gana a liberar o navio, é “um incentivo ao povo e ao Governo argentinos”.

“A liberação incondicional significa que a Argentina não deve pagar fiança, caução ou qualquer garantia”, disse o ministro, em alusão aos US$ 20 milhões necessários para suspender o embargo que o governo se recusou a pagar.
Ler mais/Fonte: expresso.sapo.pt

 

IBM vai ajudar Faro a potenciar a Economia do Mar no concelho e região

IBM vai ajudar Faro a potenciar a Economia do Mar no concelho e regiãoFaro vai ser a primeira cidade portuguesa a entrar no restrito grupo de cidades do Smarter Cities Challeng da IBM, que procura potenciar o desenvolvimento sustentável de núcleos urbanos em todo o mundo. Um projeto ligado à economia do mar apresentado pelo município algarvio mereceu a confiança da multinacional, que vai trazer especialistas em diversas áreas à região para ajudar a dinamizar projetos públicos e empresariais neste setor, anunciaram a autarquia farense e a IBM Portugal numa Conferência de Imprensa conjunta que teve lugar hoje, terça-feira.

A nível mundial, há apenas cem cidades que vão beneficiar do programa da IBM. Faro faz parte das 31 cidades escolhidas no concurso este ano, o terceiro desde o nascimento da iniciativa, juntando-se às 64 que já antes beneficiavam do apoio da IBM, que no global ascende aos 50 milhões de dólares. Em 2012 foram escolhidas cinco cidades europeias, entre as quais Faro. O projeto liderado pela Câmara de Faro envolve diversos parceiros regionais, públicos e privados, numa plataforma que extravaza as fronteiras do municipio que a lidera. O apoio que a IBM vai dar a Faro está avaliado em 400 mil dólares e consistirá na contratação de especialistas, desenvolvimento de estudos, cedência de conhecimento e no acompanhamento dos diversos projetos que surjam no âmbito da iniciativa, que não terão de ser exclusivamente de empresas da capital algarvia.

Como ilustrou o presidente da IBM Portugal António Raposo de Lima, trata-se de trazer «um conjunto de especialistas, de melhores práticas e propriedade intelectual que possam ser colocadas ao serviço daqueles que quiserem criar valor» em atividades ligadas à economia do mar. Logo de início, a IBM trará à região um grupo de especialistas que, ao longo de três semanas, vai «avaliar, analisar e recomendar melhorias estruturais na cidade que a tornem um lugar melhor para trabalhar e viver». As empresas também podem aproveitar para perceber como podem tornar-se mais eficientes. Do trabalho efetuado por esta equipa, «resultam, normalmente, projetos concretos», tendo em conta a experiência nas outras cidades que beneficiam do programa. Iniciativas que são acompanhadas pela IBM, que ajudará não só numa fase inicial, que até pode passar «por provas de conceito», mas também acompanhará a sua evolução, posteriormente. «O resultado final depende muito daquilo que os atores locais quiserem fazer, de até onde querem chegar», acrescentou.
Ler mais/Fonte: sulinformacao.pt

 

Dezembro 2012

Funchal regista novo recorde

Funchal regista novo recordeO porto do Funchal registou um novo recorde nos 10 primeiros meses de 2012 em termos de escalas de navios e de passageiros. Entre Janeiro e Outubro, o porto registou um aumento de 8%, tanto a nível das escalas como do número de passageiros, comparativamente a 2011. Neste período registaram-se 225 escalas, mais 17 que nos primeiros 10 meses do ano passado. Em termos de movimento de passageiros, entre Janeiro e Outubro, passaram pelo nosso porto 411.188, um acréscimo de 29.304 face ao ano passado.

O número de escalas registado em Setembro, 16, e em Outubro, 39, foram determinantes para alcançar este novo recorde. No mês de Setembro passaram pelo nosso porto 24.548 turistas. Em Outubro, esse número mais que triplicou, atingindo os 71.989 passageiros, um número que só foi superior em Março, 81.953, e Abril, 75.211.

À semelhança do meses anteriores, em Setembro e Outubro os turistas do Reino Unido continuaram a liderar com 162.586 passageiros. Em segundo surgem os turistas alemães com 112.425, os Estados Unidos com 22.331, a Itália com 21.006 e a França com 11.933 passageiros. Para hoje estão previstas quatro escalas no nosso terminal portuário. O ‘Queen Victoria’, o ‘Sea Cloud II’, o ‘Adonia’ e o ‘MSC Sinfonia’ são os navios esperados hoje no nosso porto. Já para amanhã são esperados mais dois paquetes. No sábado está prevista uma escala e no Domingo mais três. Domingo fazem escala três paquetes, dos quais se destaca o ‘Independence of the Seas’. Ler mais/Fonte: dnoticias.pt

 

Corveta Jacinto Cândido reintegrada no dispositivo operacional da Marinha

Corveta Jacinto Cândido reintegrada no dispositivo operacional da MarinhaO dispositivo operacional da Marinha acaba de ser reforçado com mais uma corveta após uma reparação de mais de dois meses que custou 164.000 euros, confirmou à Lusa fonte oficial daquele ramo das Forças Armadas. O NRP (Navio da República Portuguesa) Jacinto Cândido estava em reparação no Arsenal do Alfeite desde 18 de Setembro, intervenção que, segundo a mesma fonte, se prolongou até à passada sexta feira, data em que foi feita a “reintegração” daquele meio no dispositivo operacional naval.

Trata-se de uma corveta já com 42 anos de serviço na Marinha e cuja intervenção, não prevista, obrigou à reparação do grupo electrogéneo de emergência, de uma electrobomba do serviço de combate a incêndios e do quadro eléctrico. A 21 de Dezembro, segundo a mais recente calendarização da Marinha, será concluída a revisão intermédia do NRP João Roby. Esta corveta está ao serviço da Marinha desde 1975 e desde Abril que está a ser alvo de uma intervenção, igualmente no Alfeite, por cerca de seis milhões de euros, para possibilitar a sua operacionalidade até 2016.

Segunda a Marinha, a integração destas duas corvetas “vai permitir uma maior flexibilidade na rotatividade dos meios”, ficando por isso “mais próximo do óptimo”. “Ficará melhor, mas o ideal continua a ser termos oito navios ao serviço”, explicou fonte oficial da Marinha. Em causa estão corvetas com 85 metros de comprimento e uma guarnição de cerca de 70 marinheiros que asseguram missões de busca e salvamento, vigilância e fiscalização das águas territoriais e da Zona Económica Exclusiva. Desde Setembro que a Marinha estava a operar este dispositivo naval de patrulhamento e socorro com apenas quatro corvetas, com 40 anos de serviço, além do novo patrulha, construído em Viana do Castelo, que já soma mais de 1.500 horas de serviço.

Este dispositivo está agora reforçado com a corveta Jacinto Cândido, mas continua abaixo do “mínimo” de oito navios com que a própria Marinha reconhece que deveria operar para “harmonizar” as missões de interesse público que assegura na área do continente e das regiões autónomas dos Açores e da Madeira. Ainda segundo a Marinha, já em 2013 uma das restantes quatro corvetas em serviço também terá de entrar em manutenção, pelo que o dispositivo naval voltará a ser reduzido. Entretanto, está em curso nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo a conclusão do segundo patrulha – NRP Figueira da Foz -, trabalhos que deverão decorrer até ao próximo Verão. Já a construção dos restantes seis navios e cinco lanchas de fiscalização costeira foi revogada pelo Ministério da Defesa Nacional, tendo em conta os encargos da encomenda e o facto de a empresa estar em processo de reprivatização, a concluir até final do ano.
Ler mais/Fonte: dnoticias.pt

 

Portugueses vivem cada vez mais perto do mar

Portugueses vivem cada vez mais perto do mar Portugal tem cada vez mais pessoas e edifícios junto ao mar, apesar dos problemas actuais de erosão costeira e dos riscos futuros das alterações climáticas. O número de habitantes nas freguesias do país que confinam com a costa aumentou cerca 68% entre 1970 e 2011, de 738 mil para 1,2 milhões de habitantes. Na prática, um em cada nove portugueses vive na costa. A presença de edifícios saltou de 254 mil unidades em 1970 para 855 mil em 2011. Mais da metade – 490 mil – está desocupada. Os números são avançados por um estudo de investigadores do Instituto de Ciências Sociais e da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, que avalia a realidade e as consequências da ocupação crescente da faixa litoral.

Não é novidade que a população concentra-se cada vez mais na faixa litoral. O trabalho, no entanto, dá elementos mais precisos sobre o microcosmo das freguesias costeiras, que é onde está a população que sente na pele os efeitos da erosão. É o fenómeno da “costerização”, conforme classifica a socióloga Luísa Schmidt, coordenadora do estudo Change-Mudanças Climáticas, Costeiras e Sociais, cujos resultados serão apresentados segunda-feira numa conferência na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. “As pessoas abeiraram-se mais da costa”, afirma Schmidt. Esta tendência vem do passado, acentuou-se a partir da década de 1970 e não dá sinais de abrandar. Entre os dois últimos censos – 2001 e 2011 – a população junto à costa aumentou 10%.

Para exemplificar o que é que este movimento significa, em termos de riscos, o estudo abordou três situações particulares: Vagueira, na região de Aveiro; Costa da Caparica, na Área Metropolitana de Lisboa; e Quarteira, no Algarve. Todas enfrentam fortes problemas de erosão. Na Vagueira, o mar avançou 26 metros entre 2002 e 2010. Ainda assim, a população cresceu 20% desde 1991 e o número de edifícios subiu 28%.
Ler mais/Fonte: publico.pt

 

Novembro 2012

Tanto mar para tão pouca marinha

Tanto mar para tão pouca marinhaAs Forças Armadas Portuguesas estão moderamente equipadas e reforçadas com uma força substancial de reservistas bem treinados. A Força Aérea detém uma capacidade de ataque adequada, mas a Marinha padece de uma frota envelhecida.” É assim que o Military Balance, publicado no passado mês de Março pelo Instituto de Estudos Estratégicos Internacionais, inicia sua avaliação à capacidade militar portuguesa.

A situação não é nova, mas com a imposição das políticas de restrição orçamental, os programas de reequipamento há muito definidos para as Forças Armadas foram primeiro cativados e depois cancelados. No caso da Marinha, essa decisão implicou o congelamento, por exemplo, da construção de seis dos oito navios de patrulha oceânicos, que deveriam substituir as envelhecidas corvetas da Armada.

A limitação de meios na Marinha ganha outra relevância, se se tiver em conta o projecto de alargamento da Plataforma Continental. Significa a extensão da área de soberania marítima portuguesa dos actuais 1,7 milhões de quilómetros quadrados para os 3,8 milhões de quilómetros quadrados. Mesmo sem essa extensão Portugal já é o 11.º maior país do mundo em termos de área de águas jurisdicionais. Ler mais/Fonte: Publico.pt

 

“Os Amuletos nas Embarcações de Pesca” no Gil Eannes

“Os Amuletos nas Embarcações de Pesca” no Gil EannesAté 31 de Dezembro está patente no Navio Hospital Gil Eannes, em Viana do Castelo, a exposição “Os Amuletos nas Embarcações de Pesca”. A exposição localizada na sala de reuniões do navio museu, contempla 44 fotografias que exemplificam como os amuletos eram utilizados pelos pescadores e alguns textos sobre a história do amuleto, bem como, bibliografia relacionada com o tema e 40 exemplares de figas de madeira pertencentes a diversas embarcações de pesca. A exposição reporta-se ao trabalho de investigação desenvolvido por Alexis Passechnikoff, que em 1995, tentou saber o porquê das motoras, traineiras e arrastões ostentarem amuletos, principalmente a “figa”.

Com várias conferências proferidas como ‘A Agulha de Marear no Imaginári o de Francisco e Eduardo Pinheiro, 1867 – 1978’ no Museu de Peniche em 1992; ‘Etnografia Marítima Portuguesa e Amuletos de Embarcações’ em Montemor-o-Velho em 2004, e a participação em diversas exposições como ‘A Pesca à Linha do Bacalhau’ em 1987/1988, no Museu Municipal de Etnografia e História da Póvoa de Varzim; ‘Faina Maior’ em 1995, no Museu de Ílhavo; ‘Pedaços da Epopeia dos Dóris’ em 2010, no Fórum de Arte e Cultura de Espinho, Alexis Passechnikoff, belga, residente no Porto há 58 anos, é colecionador desde 1981 e investigador de etnografia marítima. A exposição que integra o percurso de visita do Navio Hospital Gil Eannes, pode ser visitada todos os dias das 9.00h às 17.30h. Ler mais/Fonte: Correio do Minho

 

Iate desenhado por Steve Jobs é inaugurado na Holanda

Iate desenhado por Steve Jobs é inaugurado na Holanda Steve Jobs queria velejar pelo mundo com sua família. Por isso, passou anos projetando um iate a sua maneira, em parceria com o designer francês Philippe Starck. Agora, pouco depois de seu aniversário de morte, o iate batizado de Venus foi finalizado e faz sua primeira aparição pública, na cidade holandesa de Aalsmeer. Com leveza incomum por ter o exterior feito de alumínio, o barco tem entre 70 e 80 metros de comprimento, terraço com hidromassagem na proa, amplas janelas e painéis especiais de vidro. O controle do painel, claro, é feito a partir de sete iMacs de 27 polegadas.

Os detalhes do design são minimalistas e suaves, caracterísitcas comuns em todas as criações do fundador da Apple. Quem leu Steve Jobs – a Biografia, já sabia da existência do iate, uma vez que o autor Walter Isaacson teve acesso aos desenhos e modelos arquitetônicos do iate. O livro traz inclusive uma passagem premonitória de Jobs, como lembrou o site The Verge. “Sei que é possível que eu vá morrer e deixar para minha esposa Laurene um barco inacabado. Mas tenho que ir em frente, caso contrário seria admitir que estou prestes a morrer”, disse ao biógrafo.

O iate Venus foi inaugurado com uma festa ocorrida no último domingo (28/10), no estaleiro De Vries, Holanda. Estiveram presentes a viúva de Jobs, Laurene, e seus filhos Reed, Erin e Eva, além de toda a equipe que trabalhou durante anos na construção da embarcação. Veja o video na nossa página do facebook.
Ler mais/Fonte: Época Negócios