Atlantis Cup celebra 25 anos em 2013
A Atlantis Cup – Regata da Autonomia, que liga quatro das nove ilhas dos Açores, celebra este ano a 25ª edição, uma competição singular que conta anualmente com participantes nacionais e internacionais, foi anunciado esta quinta-feira pela organização.
Em 2013, a maior prova de vela de cruzeiro dos Açores será disputada entre 28 de julho e 06 de agosto, estando já a decorrer o prazo de inscrições, refere em comunicado a organização da competição naútica, destinada a barcos de cruzeiro da classe ORC, ANC e OPEN.
A organização revela que, como é hábito, o Clube Naval da Horta, conjuntamente com a regata edita uma revista, denominada “Atlantis Cup”, uma publicação bilingue (português e inglês) que é distribuída nos centros do iatismo nacional e internacional. A primeira edição da Regata da Autonomia decorreu em 1988 e numa primeira fase largou amarras do Porto da Horta, um modelo que viria a ser alterado anos mais tarde, com a largada a ser dada do Porto de Ponta Delgada, figurino que se manteve até 2009, estendendo-se presentemente também a Vila do Porto, na ilha de Santa Maria.
“Sendo uma das regatas costeiras mais bonitas que tem lugar em Portugal, a Regata da Autonomia tem ao longo dos anos vindo a ter um número oscilante de participações nacionais e internacionais, sendo igualmente um excelente contributo para o crescimento da frota regional e para consolidação da vela de cruzeiro, como modalidade náutica de interesse e que pode promover turisticamente os Açores”, sustenta a organização.
A Autoridade Organizadora da prova é constituída pelo Clube Naval da Horta (CNH), com o patrocínio da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, Governo Regional dos Açores e Liberty Seguros e com a colaboração do Clube Naval de Santa Maria, Clube Naval de Ponta Delgada e o Angra Iate Clube. Ler mais/Fonte: acorianooriental.pt
Douro Marina inaugura em Abril edifício único no Norte
Um ano após a sua inauguração, a Douro Marina, em Gaia, apresenta uma taxa de ocupação permanente de 60% e prepara-se para a abertura, em Abril, do edifício de apoio que será um “ícone na zona norte do país”. “Não foi só fazer um edifício de marina, mas de referência para o Norte”, explicou hoje José Sampaio, director comercial da Douro Marina, que salienta a “arquitectura bastante valorizada” da nova infra-estrutura.
A primeira fase da Douro Marina, situada na margem Sul do Douro, mesmo à entrada da foz do rio, foi inaugurada a 4 de Fevereiro de 2012 e correspondeu a um investimento de cerca de 6,5 milhões de euros, numa estrutura com estacionamento para 300 embarcações até 20 metros.
Prevista para Julho de 2012, a segunda fase, orçada em 3 milhões euros, ficará concluída apenas em Abril com a abertura do edifício de apoio que, “além dos espaços habituais”, foi estruturado numa “lógica hoteleira” e terá “salas de formação e de eventos”. José Sampaio faz agora um “balanço extremamente positivo” do primeiro ano da Douro Marina, que apresentou uma taxa de residência fixa na ordem dos 60% (170 lugares) e acolheu 370 barcos de passagem, com uma média de permanência de 4 dias.
“Este ano o objectivo é chegar aos 1.000, 1.200 barcos de passagem [e] contamos, este ano, ter a marina com 80% de ocupação permanente (contratos anuais) e 20% dos lugares para barcos de passagem”, explica. Assumindo-se como a “maior infra-estrutura náutica entre Cascais e a Galiza”, a Douro Marina terá, a partir de Abril, 2 restaurantes, uma cafetaria, uma loja náutica, uma academia de vela e outros espaços a preencher o edifício erguido mesmo junto ao cais e desenhado pelo gabinete de arquitectura Barbosa e Guimarães.
Maioritariamente procurada pelos mercados francês, alemão, holandês e inglês, a marina é actualmente a única a Norte com capacidade para receber iates de 50 metros. A gestão da concessão da marina está a cargo do Grupo MCA, que fará a exploração num período de 30 anos. A área de concessão compreende a zona de estacionamento de embarcações, com cerca de 49 mil metros quadrados, e outra para estacionamento temporário a seco para reparações, com mais de 4 mil metros quadrados, apoiada por um edifício oficinal. Depois de em 2012 ter acolhido a primeira etapa no Porto da competição Extreme Sailing Series, a Douro Marina prepara-se para, em 2013, receber novamente a frota de catamarãs entre os dias 25 e 28 de Julho, para o 5.º acto do circuito internacional que arranca em Março em Muscat, Omã.
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Assembleia Municipal decide se Lisboa integra Volvo Ocean Race
A Assembleia Municipal de Lisboa vota terça-feira a participação da cidade como porto de escala das duas próximas edições da Volvo Ocean Race, regata integrada entre os cinco maiores eventos desportivos do Mundo. Em discussão, e votação, estarão os quatro milhões de euros necessários para Lisboa fazer parte das edições de 2014-2015 e 2017-2018.
Para a edição de 2014-2015 estão já asseguradas as passagens por Alicante (Espanha), Recife (Brasil), Abu Dhabi, Auckland (Nova Zelândia), Itajaí (Brasil), Newport (EUA) e Gotemburgo (Suécia). Tendo em conta a última edição, que contou com dez portos, faltarão mais três cidades. Uma delas poderá ser Lisboa, caso mereça aprovação em Assembleia Municipal.
Segundo um estudo da PricewaterhouseCoopers, a passagem por Lisboa da Volvo Ocean Race de 2012, considerada de interesse público nacional pelo Conselho de Ministros, teve um impacto económico entre 29,2 a 34,4 milhões de euros. Desse valor, 16,4 milhões referem-se ao impacto direto, enquanto o indireto oscilou entre os 13 e os 18 milhões de euros. No mesmo estudo, Lisboa mereceu um total de 202.510 visitantes a uma escala que teve 700 horas de cobertura televisiva e uma audiência de 111 milhões em 37 países.
O projeto foi aprovado pela câmara a 30 de janeiro, mas, na altura, apenas a maioria socialista votou a favor, tendo o PSD e o PCP votado contra e o CDS-PP abstido. O “enorme custo” da prova para o município levantou dúvidas às bancadas social-democrata e comunista. Contudo, o presidente António Costa defendeu que o esforço para a manutenção da etapa em Lisboa entre 2015 e 2018 podia ser compensado quando fosse renegociada a base da partida para o próximo ciclo de regatas. De acordo com António Costa, o objetivo é ter a partida da prova em Lisboa. Segundo um acordo entre a câmara e a Associação de Turismo de Lisboa (ATL), as duas partes terão de pagar, até meados de 2018, quatro milhões de euros para a passagem das duas próximas edições da regata Volvo Ocean Race pela capital.
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Num percurso do qual faz igualmente parte Lisboa, a mais recente confirmação como cidade-sede da Volvo Ocean Race 2014-2015 pertence à cidade chinesa de Sanya, que assim repete a presença numa volta ao mundo da qual já fez parte na última edição.
A Fundação Gil Eannes informa que o Navio Hospital Gil Eannes encontra-se novamente aberto ao público todos os dias e a partir das 9H00. As visitas guiadas a grupos escolares devem ser marcadas em www.fundacaogileannes.pt ou pelo telefone 258 809 710. O Navio Hospital Gil Eannes, construído nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo em 1955, que serviu a frota bacalhoeira nos mares da Terra Nova e Gronelândia entre as décadas de 50 a 70, foi resgatado ao sucateiro em 1997 pela então “Comissão Pró-Gil Eannes” e aberto ao público em Agosto de 1998, já como propriedade da Fundação Gil Eannes.
O Auditório Mar da Palha, no Oceanário de Lisboa, recebeu sexta-feira um debate promovido pela PwC sobre o tema “Economia Azul – Que Rumo? – Estratégia Nacional para o Mar 2013-2020”, que contou com a presença de líderes de empresas dos mais variados setores de atividade, universidades, instituições nacionais, instituições regionais, instituições locais, Marinha, representações diplomáticas, clusters do mar , entre outras entidades.
Um dos pioneiros da pirataria na Somália, Mohamed Abdi Hassan, aliás “Afweyne” (desbocado, em somali), com um vários roubos espetaculares no currículo, anunciou a sua retirada após oito anos extremamente lucrativos.
A Volvo Ocean Race, maior regata de volta ao mundo, fará duas paradas no Brasil na edição 2014/2015. Os barcos vão parar em Recife, Pernambuco, e em Itajaí, Santa Catarina. Esta é a primeira vez que a competição faz duas paradas no país. Até então, o único país a sediar duas etapas da regata tinham sido os Estados Unidos. Outra novidade desta edição é a participação de um barco brasileiro, o que não acontecia desde 2005 “Estamos muito felizes com a decisão de fazer duas paradas no Brasil. Mostra a importância do país e do mercado brasileiro no cenário mundial”, afirma Roger Alm, presidente do Grupo Volvo América Latina.
Luanda – As Festas do Mar/2013, agendadas para o mês de Março, na província do Namibe, vão dominar, a nível interno, o primeiro trimestre do presente ano turístico, com a realização de várias actividades sócio-culturais, recreativas e desportivas. Enquadradas na estratégia do Executivo de promoção do turismo social interno, as Festas do Mar decorrerão de 01 a 31, envolvendo representantes de distintas províncias do país, entre operadores turísticos nacionais e estrangeiros.
O Terminal XXI do Porto de Sines recebeu, no dia 18 de dezembro, mais um porta-contentores de última geração em viagem inaugural. Tratou-se do MSC Katie que está inserido no Lion Service, o serviço direto que liga semanalmente o Extremo Oriente a Sines.
O governo da Argentina anunciou que a fragata ‘Libertad’, retida no Gana há dois meses e meio, regressa ao porto de Buenos Aires, a capital do país, no dia 9 de Janeiro.
Faro vai ser a primeira cidade portuguesa a entrar no restrito grupo de cidades do Smarter Cities Challeng da IBM, que procura potenciar o desenvolvimento sustentável de núcleos urbanos em todo o mundo. Um projeto ligado à economia do mar apresentado pelo município algarvio mereceu a confiança da multinacional, que vai trazer especialistas em diversas áreas à região para ajudar a dinamizar projetos públicos e empresariais neste setor, anunciaram a autarquia farense e a IBM Portugal numa Conferência de Imprensa conjunta que teve lugar hoje, terça-feira.



O porto do Funchal registou um novo recorde nos 10 primeiros meses de 2012 em termos de escalas de navios e de passageiros. Entre Janeiro e Outubro, o porto registou um aumento de 8%, tanto a nível das escalas como do número de passageiros, comparativamente a 2011. Neste período registaram-se 225 escalas, mais 17 que nos primeiros 10 meses do ano passado. Em termos de movimento de passageiros, entre Janeiro e Outubro, passaram pelo nosso porto 411.188, um acréscimo de 29.304 face ao ano passado.
O dispositivo operacional da Marinha acaba de ser reforçado com mais uma corveta após uma reparação de mais de dois meses que custou 164.000 euros, confirmou à Lusa fonte oficial daquele ramo das Forças Armadas. O NRP (Navio da República Portuguesa) Jacinto Cândido estava em reparação no Arsenal do Alfeite desde 18 de Setembro, intervenção que, segundo a mesma fonte, se prolongou até à passada sexta feira, data em que foi feita a “reintegração” daquele meio no dispositivo operacional naval.
Portugal tem cada vez mais pessoas e edifícios junto ao mar, apesar dos problemas actuais de erosão costeira e dos riscos futuros das alterações climáticas. O número de habitantes nas freguesias do país que confinam com a costa aumentou cerca 68% entre 1970 e 2011, de 738 mil para 1,2 milhões de habitantes. Na prática, um em cada nove portugueses vive na costa. A presença de edifícios saltou de 254 mil unidades em 1970 para 855 mil em 2011. Mais da metade – 490 mil – está desocupada. Os números são avançados por um estudo de investigadores do Instituto de Ciências Sociais e da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, que avalia a realidade e as consequências da ocupação crescente da faixa litoral.
As Forças Armadas Portuguesas estão moderamente equipadas e reforçadas com uma força substancial de reservistas bem treinados. A Força Aérea detém uma capacidade de ataque adequada, mas a Marinha padece de uma frota envelhecida.” É assim que o Military Balance, publicado no passado mês de Março pelo Instituto de Estudos Estratégicos Internacionais, inicia sua avaliação à capacidade militar portuguesa.
Até 31 de Dezembro está patente no Navio Hospital Gil Eannes, em Viana do Castelo, a exposição “Os Amuletos nas Embarcações de Pesca”. A exposição localizada na sala de reuniões do navio museu, contempla 44 fotografias que exemplificam como os amuletos eram utilizados pelos pescadores e alguns textos sobre a história do amuleto, bem como, bibliografia relacionada com o tema e 40 exemplares de figas de madeira pertencentes a diversas embarcações de pesca. A exposição reporta-se ao trabalho de investigação desenvolvido por Alexis Passechnikoff, que em 1995, tentou saber o porquê das motoras, traineiras e arrastões ostentarem amuletos, principalmente a “figa”.
Steve Jobs queria velejar pelo mundo com sua família. Por isso, passou anos projetando um iate a sua maneira, em parceria com o designer francês Philippe Starck. Agora, pouco depois de seu aniversário de morte, o iate batizado de Venus foi finalizado e faz sua primeira aparição pública, na cidade holandesa de Aalsmeer. Com leveza incomum por ter o exterior feito de alumínio, o barco tem entre 70 e 80 metros de comprimento, terraço com hidromassagem na proa, amplas janelas e painéis especiais de vidro. O controle do painel, claro, é feito a partir de sete iMacs de 27 polegadas.




