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Outubro 2012

Foi marcado o primeiro tubarão-martelo-liso

Foi marcado o primeiro tubarão-martelo-lisoO primeiro transmissor via satélite foi colocado num tubarão-martelo-liso, Sphyrna zygaena, no passado dia 3 de setembro. No âmbito do projeto SHARK-TAG, apoiado pelo Oceanário de Lisboa, pretende-se marcar três tubarões-martelo-liso. Os transmissores estão a bordo de navios de pesca portugueses há já vários meses mas têm-se sentido algumas dificuldades na marcação desta espécie.

Finalmente foi capturado um macho que reunia as condições necessárias para receber o transmissor. Este indivíduo tinha cerca de 2,1 metros de comprimento total e cerca de 50 quilogramas.O processo de marcação realizou-se em pleno oceano Atlântico (ver localização no mapa) e nos próximos meses poder-se-á acompanhar os padrões de movimento deste indivíduo.

O transmissor colocado está programado para registar e armazenar dados relativos à profundidade, temperatura da água e posição geográfica, ao longo dos próximos três meses.Ao fim deste período o transmissor soltar-se-á, pelo que se espera obter os dados no início de dezembro. Ler mais/Fonte: Oceanário

 

Investimento público nos portos espanhóis ascende a 2.500 milhões de euros

Investimento público nos portos espanhóis ascende a 2.500 milhões de eurosA Ministra do Fomento do governo espanhol, Ana Pastor, anunciou esta terça-feira que a aposta nos investimentos portuários se centrará nas ligações ferroviárias e rodoviárias para os portos: “O investimento total (público e privado) nos portos, em referência ao período 2012-2015 – ascende a 5.500 milhões de euros; neste período faremos um esforço correspondente a um investimento de 2.500 milhões de euros de investimento público. “

LEIA A NOTÍCIA EM CASTELHANO

La ministra de Fomento, Ana Pastor, ha protagonizado este martes el foro El Ágora de El Economista, en el que ha adelantado que las inversiones portuarias de Fomento se centrarán en las conexiones ferroviarias y viarias de los puertos. Ana Pastor ha destacado la apuesta de su departamento por reforzar y mejorar la inversión privada en los puertos y ha matizado: “La inversión global (pública y privada) en los puertos –en referencia al periodo 2012-2015 – asciende a 5.500 millones de euros y para estos años vamos a hacer un esfuerzo con una inversión de 2.500 millones de euros de inversión pública”.

La ministra ha destacado el papel de los puertos, que están experimentando un crecimiento interanual superior al 7%, como verdaderos nodos logísticos y motores de la recuperación económica. “Priorizaremos las inversiones y seguiremos apostando por la conectividad ferroviaria y viaria” de los puertos, ha apuntado.
En su intervención, la responsable de Fomento ha anunciado para los próximos meses la puesta en marcha, por parte de Adif, de un nuevo modelo de colaboración público-privado en la red de fibra óptica, así como un nuevo modelo gestión de estaciones de ferrocarril y una reorganización de las líneas ferroviarias para antes del 31 de diciembre.

Poco ha querido concretar sobre los próximos Presupuestos Generales del Estado (PGE), de los que ha indicado que su departamento está ultimando los detalles, o sobre el Pitvi, reiterando su compromiso en presentarlo en primer lugar a los grupos parlamentarios. Lo que sí que ha manifestado es su objetivo de hacer compatible el Plan de Infraestructuras con los proyectos de las redes transeuropeas de transportes.
Ler mais/Fonte: El Vigia

 

ENVC – Grupo português confirma que vai apresentar proposta para compra da empresa

ENVC - Grupo português confirma que vai apresentar proposta para compra da empresaO único grupo português convidado pelo Governo para a reprivatização dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) vai avançar com uma proposta de compra da empresa, admitiu à agência Lusa fonte da dministração. “A nossa intenção é apresentar uma binding offer [oferta vinculativa]”, adiantou fonte da administração da Atlantic Shipbuilding Portugal, um dos quatro convidados a apresentar propostas formais de compra dos ENVC até 12 de outubro. Recorde-se que ainda em Setembro, aquele grupo, criado em 2012, assumiu a gestão dos Estaleiros Navais do Mondego, na Figueira da Foz. “Neste momento estamos a analisar a informação disponibilizada pelos consultores nomeados pela Empordef, no sentido de fundamentarmos a proposta a apresentar”, explicou ainda a fonte.

Se assim o entenderem, os quatro grupos que já demonstraram interesse na reprivatização dos ENVC, podem apresentar, até 12 de outubro, propostas vinculativas de compra do capital social da empresa. A segunda fase do processo de reprivatização dos ENVC arrancou a 07 de setembro, depois de selecionados quatro grupos finalistas, e prolonga-se até às 17:00 de 12 de outubro, num processo conduzido pela Empordef. Além do grupo português, foram convidadas mais três empresas – do Brasil, da Rússia e da Noruega – a avançarem com propostas concretas de aquisição. A Volstad Maritime (Noruega), constituída em 1952, é uma empresa especializada na construção de navios tecnologicamente avançados, nomeadamente de apoio às atividades “offshore”, como prospeção de petróleo. Responsável por operações marítimas no Brasil e na Argentina, a Rionave Serviços Navais, com sede no Rio de Janeiro, representa vários interesses dentro da área, desde armadores a construtores navais e também está na corrida.

O grupo JSC River Sea Industrial Trading, de origem russa, mas desconhecido no setor, fecha o lote de quatro empresas que reúnem condições para, segundo o Governo, prosseguirem para a última fase do processo de reprivatização dos ENVC. Contactados pela agência Lusa, nenhum dos três grupos estrangeiros comentou o interesse demonstrado na empresa de Viana do Castelo. O preço vinculativo apresentado para a aquisição das ações representativas de 95 por cento do capital social dos ENVC é um dos critérios de seleção desta “venda direta de referência”.

A “salvaguarda dos interesses patrimoniais do Estado”, nomeadamente no que respeita aos “fluxos financeiros” decorrentes do processo de venda e a “idoneidade, capacidade financeira, técnica e de execução” dos proponentes são também condições de seleção neste processo, segundo o Governo. A apresentação de um “adequado projeto estratégico”, tendo em vista o “desenvolvimento das suas atividades nos mercados nacional e internacional”, que “maximize a manutenção dos atuais recursos humanos” e contribua para a “manutenção da identidade empresarial e do atual património da empresa e para a sustentabilidade económico-financeira” dos ENVC são também condições estabelecidas no caderno de encargos.
Ler mais/Fonte: Lusa

 

Setembro 2012

America’s Cup em Countdown

America’s Cup em CountdownA 34ª edição da America’s Cup realiza-se daqui a sensivelmente um ano, mas já foi dado o tiro de partida com o arranque da America’s Cup World Series 2012/2013, um campeonato que proporciona treino e competição aos sindicatos que competem na America’s Cup e na precedente Louis Vuitton Cup (que determina o finalista que irá discutir a America’s Cup com o detentor do título).

E a primeira regata teve lugar precisamente em San Francisco, a cidade californiana que a Oracle Team USA, vencedora da 33ª edição, escolheu para acolher a grande cimeira em setembro de 2013. A navegar em casa e com duas embarcações, a Oracle Team USA arrebatou as duas primeiras posições e aproveitou para não só desvelar o novo AC72 Oracle Team USA que vai defender o mítico troféu como também publicitar a sua associação à TAG Heuer, traduzida em relógios comemorativos em edição especial.

A temporada 2012/2013 da America’s Cup World Series teve recentemente a sua primeira prova entre 21 e 26 de agosto na baía de São Francisco, tendo sido dominada pela equipa da casa sob a batuta do skipper Russell Coutts (CEO) e com os seus lugares-tenente Jimmy Spithill e Darren Bundock à frente de cada embarcação: o Oracle Racing 4 triunfou na match race e o Oracle Racing 5 impôs-se na fleet race.

Também a TAG Heuer fez uma dobradinha com dois modelos que comemoram a sua parceria com o Oracle Team USA e a sua missão de defender o troféu da mais antiga competição náutica do planeta: o relógio Aquaracer 500M Team USA Calibre 5 com 43 milímetros de diâmetro usado pela tripulação e o cronógrafo Aquaracer 500M Team USA Calibre 16 Chronograph de 44 milímetros de diâmetro para os skippers – ambos com mostradores e fundos personalizados com a menção à equipa e à mítica competição. Ler mais/Fonte: Record

 

Combustível limpo tornará cruzeiros mais ecológicos

Combustível limpo tornará cruzeiros mais ecológicosUm grupo de cientistas norte-americanos desenvolveu um novo tipo de combustível que permitirá aliviar a poluição atmosférica e os custos dos barcos de cruzeiro, barcos de transporte de contentores e outras embarcações de grande porte. A criação foi apresentada a semana passada no 244º encontro da American Chemical Society, que decorreu em Filadélfia, nos EUA.

Durante a conferência, George Harakas, coordenador do projeto, explicou que os grandes navios se alimentam de combustíveis que contém substâncias muito poluentes, o que causa impactos graves no ambiente e na saúde quando atracam em portos, em especial em áreas urbanas com grande densidade populacional.

Para solucionar o problema, Harakas e os colegas, da Maine Maritime Academy e do SeaChange Group LLC, desenvolveram um combustível “verde” que incorpora glicerol, um subproduto da produção do biodiesel que é amplamente utilizado na indústria alimentar e farmacêutica.

O glicerol é eficiente, neutro em emissões de carbono e, consequentemente, sustentável, o que o tornou a escolha ideal. A mistura entre o glicerol e o diesel foi possibilitada através de um químico especial, já que, por norma, é tão difícil como a mistura de água e azeite, esclareceu Harakas.

De acordo com o especialista, os testes efetuados com o novo combustível, levados a cabo no laboratório da Maine Maritime Academy, demonstraram que o “Bunker Green”, como foi batizado, produz 15% menos partículas de cinza e 26% menos dióxido de azoto, o que lhe dá, acreditam os criadores, grande potencial para a utilização futura na indústria náutica.
Ler mais/Fonte: Boas noticías

 

Estudantes universitários europeus no Porto para desenvolver protótipos de navio

Estudantes universitários europeus no Porto para desenvolver protótipos de navio Estudantes universitários europeus participam a partir de hoje num curso de verão na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, tendo como principal objetivo a construção de protótipos de um navio, “capaz de se mover automaticamente”. Esta é já a 14.ª edição deste curso de verão, que é promovido pelo BEST – Board of European Students of Tecnology do Porto, associação que reúne estudantes de engenharia, ciência e tecnologia de toda a Europa.

Segundo João Pacheco, presidente do BEST/Porto, nesta iniciativa, que apenas termina a 10 de setembro, os estudantes terão uma componente teórica, onde será abordada a modelação náutica, e outra prática, para a construção dos protótipos.

“Os 22 alunos serão divididos em equipas que, no final, terão que apresentar o seu barco, que tem que ser capaz de se mover automaticamente”, explicou. Para construir as embarcações, os alunos utilizarão material de baixo custo como esferovite, madeiras e cabos. Os estudantes que participam neste curso, com idades entre os 20 e os 25 e vindos de países como Holanda, Espanha, Turquia e Itália, entre outros, inscreveram-se numa plataforma na internet, que disponibilizava todas as iniciativas similares a decorrerem nas universidades aderentes ao BEST.

“Esta é uma oportunidade de receber formação complementar ao percurso académico e, ao mesmo tempo, incentivar o intercâmbio de experiências entre jovens universitários europeus”, considerou, acrescentando que os participantes terão oportunidade de conhecer a cultura nacional e, em especial, a da cidade do Porto. O BEST Porto é um dos 93 grupos locais espalhados por 32 países europeus e tem como principal objetivo proporcionar aos estudantes um desenvolvimento pessoal, cultural e académico.
Ler mais/Fonte: Diário Digital

 

Julho 2012

The Tall Ships Races Lisbon 2012

The Tall Ships Races Lisbon 2012As “The Tall Ships Races” são Regatas organizadas todos os anos pela Sail Training International, com vista a promover a formação e o treino de mar, assim como a convivência intercultural junto dos jovens de todo o mundo. O grande objectivo é embarcar Jovens na frota dos Grandes Veleiros e proporcionar-lhes experiências de Treino de Mar sem igual. Lisboa prepara-se para receber as “The Tall Ships Races Lisbon 2012” de 19 a 22 de Julho, sendo esperados ao longo dos quatro dias, cerca de 60 Tall Ships, 5.000 tripulantes, em representação de 49 países.

O grande objectivo é embarcar Jovens na frota dos Grandes Veleiros e proporcionar-lhes experiências de Treino de Mar sem igual.
Lisboa prepara-se para receber as “The Tall Ships Races Lisbon 2012” de 19 a 22 de Julho, sendo esperados ao longo dos quatro dias, cerca de 60 Tall Ships, 5.000 tripulantes, em representação de 49 países.

Para 2012, a estimativa de potencial mediático é de 3,6 Milhões de Euros, tendo sido este número calculado de acordo com os seguintes pressupostos:
• Retorno mediático do evento em 2006;
• Ajustamento ao mercado dos patrocínios em Portugal no ano 2012;
• Campanha publicitária com duração aproximada de 20 dias em diversos meios.

Em 2006, ano do 50º aniversário, os veleiros que integravam as “The Tall Ships Races”, passaram pela capital portuguesa. O evento teve uma expressão relevante na Comunicação Social, tendo sido veiculadas 176 notícias, que representaram um impacto financeiro de 1.223,062 Euros.

As “The Tall Ships Races Lisbon 2006” em números:
• 86 Tall Ships 
• 6.237 Tripulantes de 49 países
• 4.000 Jovens com menos de 26 anos
• 1 Milhão de visitantes em Lisboa
• 1002 Media a nível mundial

Alguns factos associados às “The Tall Ships Races”:
• 75% do público que visita os eventos fá-lo acompanhado da sua família; 
• 95% dos espectadores deslocaram-se especificamente para ver os Grandes Veleiros;
• Aproximadamente 40% dos visitantes passa tanto tempo a ver os Grandes Veleiros como a ver e a participar nas actividades promovidas no Village;
• Mais de 50% dos visitantes compra pelo menos uma peça do merchandise oficial durante o evento (excluindo comida e bebida);
• Os gastos do público geram um retorno local entre os 20 e os 35 milhões de euros por porto;
• 94% dos visitantes afirmam voltar a visitar um evento similar no futuro e 98% recomendaria o evento aos amigos.

O acolhimento dos Tall Ships em 2012 pela Aporvela, representante em Portugal da Sail Training International (STI), detentora de um vasto historial na área dos grandes acontecimentos náuticos e com fortes responsabilidades na formação de novos valores, atendendo ao trabalho desenvolvido ao longo dos anos com as Caravelas Bartolomeu Dias, Boa Esperança e Vera Cruz, é sem dúvida um marco histórico de grande impacto nacional e internacional.

O grande objectivo para 2012 é que o evento, a chegada e estadia dos grandes veleiros a Lisboa não seja apenas uma escala, mas sim uma experiência gratificante, enriquecedora e única, dando a conhecer a nossa História e os nossos feitos náuticos.

Mar, vento, liberdade, trabalho em equipa, responsabilidade, navegação e interculturalidade: uma aventura inesquecível!
Para o público esta será uma oportunidade de assistir a um espectáculo único bem como de poder visitar os Tall Ships.
Ler mais/Fonte: Portal Aventura

 

Novo veleiro 65 pés One Design na Volvo Ocean Race

Novo veleiro 65 pés One Design na Volvo Ocean RaceO CEO do evento, Knut Frostad, revelou hoje em Lorient os detalhes do novo barco de alta performance que será utilizado nas próximas duas edições da regata à volta do mundo. Os objectivos principais do novo modelo de barco são reduzir os custos de organização de uma campanha competitiva e aumentar o número de veleiros participantes, de 8 a 10, nas futuras edições da prova. O barco será um monocasco de 65 pés (19,8 metros) estritamente One Design, com desenho de Farr Yacht Design, e construído por um consórcio de estaleiros da Inglaterra, França, Itália e Suíça, e tripulado por 8 velejadores.

Sob o acordo entre a Volvo Ocean Race e o consórcio, serão construídos um mínimo de oito barcos para as próximas edições da regata. Os trabalhos já iniciam em Julho e o primeiro veleiro da nova classe estará pronto em Junho de 2013, mais de um ano antes da largada da próxima Volvo Ocean Race no segundo semestre de 2014, em Alicante, Espanha. «Este incrível novo design, e o acordo de construir pelo menos oito exemplares, irá colocar o evento numa nova era.», disse Frostad acrescentando que isto representa um grande passo para um evento que nunca teve medo de seguir em frente nos seus 39 anos de história. «A escolha de um veleiro One Design proporciona um grande avanço nos planos das próximas regatas e coloca-nos numa melhor situação para seguirmos em frente com o evento», disse ainda Frostad. Apesar de o novo veleiro ter 1,5 metros a menos que os actuais VOR 70, será quase tão veloz. O barco será desenhado e construído com as mais recentes inovações em termos de vídeo, comunicação via satélite e produção de conteúdos de forma a melhorar ainda mais o trabalho do tripulante-repórter a bordo, uma novidade criada em 2008-2009. O acordo agora anunciado foi possível depois de a Volvo Ocean Race S.L.U ter garantido financiamento para custear o processo de design e construção dos barcos nos prazos apontados. O evento é propriedade da Volvo Car Corporation e do Volvo Group, que em conjunto reafirmaram seu compromisso com a regata antes da largada em Aalicante, Espanha, em Novembro de 2011. «Nós da Volvo Cars apoiamos totalmente estas iniciativas, que acreditamos irão assegurar o futuro do evento em todos os níveis e manter a bases históricas da Volvo Ocean Race, como um dos eventos mais importantes na vela oceânica para os melhores velejadores do mundo.», afirmou Stefan Jacoby, CEO da Volvo Car Corporation, com o apoio de Olof Persson, CEO do Volvo Group. «A Volvo Group acredita que os planos apresentados por Knut e sua equipa irão elevar o evento para um novo patamar com o desenho inovador dos novos barcos, que irá permitir manter a dianteira da vela oceânica, enquanto nos dará hipótese de construir uma frota ainda maior. Estou orgulhoso de confirmar a minha absoluta confiança que a regata está a seguir a melhor rota para um futuro brilhante.», declarou Persson.

Os novos veleiros serão vendidos pela empresa inglesa Green Marine Ltd, que ficará encarregada também de completar os detalhes do barco. O estaleiro francês Multiplast, Persico S.p.A na Itália e Decision S.A na Suíça irão construir os diferentes componentes de cada embarcação. «Para nós é uma grande honra e um grande desafio estar envolvido neste projecto e nesta regata que já é parte da nossa herança marítima. É uma oportunidade de trabalhar em conjunto com os melhores profissionais na indústria náutica, incluindo outros estaleiros e designers. Estamos prontos para criar algo muito especial.», afirmou Marcel Müller, director da Green Marine. O processo irá reduzir significativamente a barreira para competir na Volvo Ocean Race e suportar os custos de organizar uma campanha competitiva e o CEO Frostad acredita que isto será possível a um custo inferior a 15 milhões de Euros. O projecto ‘chave na mão’, referente ao custo dos barcos, incluindo as velas para o periodo de treinos e da própria regata, será de 4,5 milhões, enquanto outros custos serão significativa menores devido ao conjunto de empresas náuticas envolvidas. «Nosso objectivo neste processo é tornar mais fácil e menos caro montar uma campanha para a Volvo Ocean Race. Estes novos barcos construídos em consórcio é o nosso primeiro grande passo para atingir o nosso objectivo.» acrescentou Frostad «Os novos barcos One Design têm um visual fantástico e serão confiáveis. Estamos a caminhar para uma nova era nesta regata, com um futuro mais emocionante e mais seguro.», disse ainda Frostad. O presidente da Farr Yacht Design, Patrick Shaughnessy, disse que sua equipa está bem colocada para assumir o desafio de desenhar o novo barco: «Estamos super entusiasmados com o desafio, e penso que teremos as capacidades para cumpri-lo. Estivemos envolvidos com a Volvo Ocean Race e com a Whitbread Race por mais de 20 anos e é uma honra fazer parte desta novo futuro».
Ler mais/Fonte: News Sport Events

 

Pesca rende mais nos Açores

Pesca rende mais nos AçoresA pesca descarregada nos portos dos Açores nos primeiros quatro meses deste ano rendeu, a preços de lota, 14,4 milhões de euros, mais 17,7 por cento do que no mesmo período de 2011. Segundo revelou o Serviço Regional de Estatística (SREA), de Janeiro a Maio, o volume de pescado entregue para primeira venda nas ilhas registou um aumento de 27 por cento, para 4,6 mil toneladas.

Na ilha de S. Miguel, verificou-se neste período um aumento da pesca descarregada em lota de 2,2 mil para 2,7 mil toneladas, verificando-se no Faial uma subida de 291 para 779 toneladas. O Pico registou também um acréscimo significativo no volume de pescado entregue para primeira venda – de 198 para 421 -, enquanto na Terceira se verificou um aumento modesto, de 403 para 423 toneladas, indicou o SREA.
Ler mais/Fonte: Portos de Portugal

 

Maio 2012

Volvo Ocean Race: Lisboa acolhe o quinto evento desportivo do Mundo entre 31 de Maio e 10 de Junho

Volvo Ocean Race: Lisboa acolhe o quinto evento desportivo do Mundo entre 31 de Maio e 10 de JunhoLisboa, no passado porto de partida para um Novo Mundo, vai receber pela primeira vez a maior regata à volta do mundo, a Volvo Ocean Race, um dos cinco maiores eventos desportivos mundiais. Entre 31 de Maio e 10 de Junho, a reformada Doca de Pedrouços acolherá a frota de seis veleiros Volvo Open 70, onde o público poderá ver as embarcações na Race Village da competição, local onde estará concentrada as zonas de lazer do evento.

Entre a primeira edição da Volvo Ocean Race, em 1973, com 17 embarcações e cerca de 180 tripulantes, e a presente, 38 anos depois, muito mudou na história náutica mundial. Se no início cada tripulante tinha uma cabine própria e um chef fazia as refeições para ultrapassar as 27 mil milhas, hoje os meios tecnológicos determinam a participação (construídos em fibra de carbono, com cerca de 14 toneladas de peso, equipados com compartimentos estanques à proa e à popa, quilha pivotante e um jogo de 17 velas de tamanhos e formatos diversos), o que obriga a uma redução para apenas seis barcos e cerca de 7o tripulantes, embora com mais milhas náuticas navegáveis: 39 mil (mais de 70 mil quilómetros à volta do planeta). Para termos uma ideia do alcance mediático da Volvo Ocean Race, refira-se que a última edição da prova foi acompanhada por um mil milhões de pessoas.
Ler mais/Fonte: Diário Digital

 

Atividades do Dia da Marinha 2012 em Almada

Atividades do Dia da Marinha 2012 em AlmadaNo dia 20 de maio comemora-se o “Dia da Marinha”, data que marca a chegada da Armada de Vasco da Gama à Índia em 1498, a mando do Rei D. Manuel I.
Para as Comemorações, que este ano se realizam em Almada, destacam-se a realização de várias atividades lúdicas e culturais:

  • Torre de escalada;
  • Tattoo Militar – performance militar que envolverá várias unidades da Marinha;
  • Exposições temáticas;
  • Batismos de mar e de mergulho;
  • Visitas aos navios atracados na Base Naval de Lisboa;
  • Percurso de airsoft;
  • Simuladores de voo e de navegação.

Em breve serão divulgadas mais informações sobre as comemorações no site da Marinha.
Ler mais/Fonte: Marinha

 

Comemorações dos 75 Anos do NTM Creoula

Comemorações dos 75 Anos do NTM Creoula O Creoula assinala em 2012 os seus 75 anos de vida e 25 anos de operação pela Marinha, que serão assinalados com diversas comemorações nas quais se destacam a abertura ao público do navio no Parque das Nações nos dias 8, 11, 12 e 13 de maio. Mais informações sobre as comemorações serão oportunamente colocadas no site da Marinha.

O Creoula foi construído no início de 1937 nos estaleiros da CUF para a Parceria Geral das Pescarias e foi lançado à água no dia 10 de maio, tendo efetuado, ainda nesse ano, a sua primeira campanha de pesca. Conheça mais acerca da história deste navio que foi construído no tempo recorde de 62 dias úteis!
Ler mais/Fonte: Marinha

 

Junho 2012

A Marinha na regata Volvo Ocean Race 2012

A Marinha na regata Volvo Ocean Race 2012A Marinha está presente num dos eventos mais duros que acontecem nos Oceanos – a regata Volvo Ocean Race, que este ano passa pela primeira vez por Lisboa – através do apoio à organização e com a presença de um dos símbolos lusitanos, o Navio-Escola Sagres que estará na regata de vela. O apoio da Marinha acontece desde a primeira hora pois “a realização de eventos desportivos, integrados em circuitos com dimensão internacional, como a Volvo Ocean Race, enquadra-se numa estratégia de mediatização que proporciona valor e prestígio para o País como nação marítima, afirmando a capacidade de Portugal em organizar eventos desportivos náuticos de grande visibilidade internacional”, como referiu o Chefe do Estado-Maior da Armada na sua nota de apoio ao evento. O Almirante Saldanha Lopes acrescentou que “é com grande orgulho e satisfação que me associo à passagem por Portugal de uma das maiores, se não a maior, regata do mundo, e aproveito a oportunidade para saudar todos os organizadores e participantes na prova, bem como todos os que a ela se associam, fazendo votos para que a Volvo Ocean Race consiga beneficiar das excelentes condições que Portugal e o mar Português oferecem”.

Quem se deslocar à Doca de Pedrouços poderá também participar em várias atividades na área dedicada à Marinha nomeadamente através dos Mergulhadores da Armada, que estão no local com a piscina de batismos de mergulho, simular comandar um navio e um helicóptero, e também com os Fuzileiros, que estão presentes com a torre de escalada. No local está também patente uma exposição de meios do Instituto de Socorros a Náufragos, da Polícia Marítima e do Instituto Hidrográfico.

A Volvo Ocean Race é uma regata que se realiza de quatro em quatro anos à volta do mundo e é considerada um dos cinco maiores certames desportivos mundiais a par dos campeonatos do Mundo e da Europa de Futebol, Jogos Olímpicos e do Torneio de golfe Ryder Cup. Esta edição terá, pela primeira vez em 38 anos de existência, uma passagem por Lisboa.
Ler mais/Fonte: Marinha Portuguesa

 

Volvo Ocean Race pretende chegar a 2,6 mil milhões

Volvo Ocean Race pretende chegar a 2,6 mil milhõesTempestades, piratas dos mares, vagas que varrem velejadores do convés, lesões, desafios à bravura e à resistência humana – a Volvo Ocean Race, que hoje se estreia a passar por Lisboa, representa um pouco de tudo isto. Com o grau de mediatismo que adquiriu ao longo de 11 edições, enfrenta diversos objectivos e Knut Frostad, CEOda prova, revela ao Diário Económico um dos principais:”Duplicar as audiências televisivas da anterior edição, cujo acumulado se situou em 1,327 mil milhões de espectadores”.

Ao ritmo actual, Frostad mostra-se optimista. “No relatório feito a meio da prova, em Março, os números estavam em 881 milhões, incluindo a 3ª etapa. Os dados provisórios após a 5ª etapa apontam para 1,17 mil milhões. Depois disso há quatro etapas e cinco stopovers a considerar, portanto, os sinais são positivos. Mas as audiências televisivas acumuladas são só uma das metas. Outra diz respeito ao acompanhamento noticioso e, nesse aspecto, até Sanya já estava superado o número de notícias online, mas também crescemos na imprensa e nas televisões.”

Tratando-se de uma prova que exige forte investimento quer na frota – até 25 milhões de euros por cada um dos seis Volvo Open 70 -, quer nos locais de stopover – APLe João Lagos Sports aplicaram seis milhões de euros -, além de proporcionar retorno até 50 milhões de euros, a Volvo Ocean Race não escapa à conjuntura económica de crise. Frostad reconhece as dificuldades e distribui adaptações. “Organização, cidades dos stopovers e equipas fizeram cortes nos orçamentos, cuidando de ser melhores com menos dinheiro naquilo que fazemos. Mesmo assim, penso que isso não irá reflectir-se nos resultados. Basta lembrar o elevado número de visitantes em cada cidade por onde passámos e o crescimento no plano noticioso. Contudo, teremos de adoptar outras medidas responsáveis para nos enquadrarmos na realidade económica actual”.
Ler mais/Fonte: Sapo

 

Edição especial sabonetes Ach. Brito em homenagem às comemorações dos 75 anos de vida do Navio-Escola Sagres

Edição especial sabonetes Ach. Brito em homenagem às comemorações dos 75 anos de vida do Navio-Escola SagresO sabonete hidratante e cremoso já faz parte da identidade portuguesa e, como tal, nada mais lógico do que tornar-se aliado de outros grandes símbolos nacionais. Em homenagem às comemorações dos 75 anos de vida do Navio-Escola Sagres e do Navio de Treino de Mar Creoula, a empresa lançou uma edição muito especial de dois sabonetes personalizados. Para além de uma elegante embalagem – onde pode ser vista uma fotografia do navio e um pequeno texto de tributo -, o novo produto possui uma agradável fragrância, refrescante e marítima.

Fundada em 1918, a história da Ach. Brito remonta a 1887, ano em que dois alemães estabeleceram no Porto a primeira fábrica nacional de sabonetes. A Claus e Schweder acabou por fechar em 1914, porém, quatro anos mais tarde, o antigo contabilista desta empresa, o português Achilles de Brito, decidiu dar continuidade ao negócio.

Corria o ano de 2007 quando a popular apresentadora norte-americana Oprah Winfrey deu fama e projecção mundial ao produto português. Num programa dedicado às suas coisas favoritas, Oprah recomendou o sabonete Claus Porto e as encomendas começaram a chover. O sabonete da Ach. Brito é uma referência nacional que não deixa ninguém indiferente – principalmente os mais saudosistas. No fim de contas, tal como a própria marca refere, “o passado cheira a sabonete”.
Ler mais/Fonte: Público