Monthly Archives: Abril 2010

Agosto 2010

Submarinos da classe “Tridente”

tridenteDesde os anos 90 que a Marinha de Guerra Portuguesa necessita de substituir os vetustos submarinos da classe “Albacora”, tendo a unidade restante da esquadrilha, o “Barracuda” uns respeitosos 41 anos de serviço activo e é de momento o submarino mais velho na NATO com 46.636 horas de navegação. Neste contexto em 21 de Abril de 2004 foi assinado entre o Estado Português e o “German Submarine Consortium” um contrato de aquisição de dois submarinos convencionais apetrechados com o moderno sistema de propulsão independente de ar AIP (células de combustível).

No mesmo dia foi assinado um contrato de contrapartidas e também ficou garantido a formação e o adestramento das duas primeiras guarnições, de um grupo de instrutores, de pessoal militar e civil da Esquadrilha de Submarinos e do Arsenal do Alfeite responsáveis pelos três escalões de manutenção.
Posteriormente foi adjudicado aos Estaleiros alemães HDW “Howaldtswercke Deutsche Werft”, em Kiel, a construção dos submarinos que formarão a 5.ª Esquadrilha de Submarinos da Marinha de Guerra Portuguesa. Ler mais/Fonte: barcoavista.blogspot.com

 

O dia do “baptismo”…

baptismo… e a verdade é que o referido barco navega… não é um perfeição, mas disso já eu estava desconfiado. No entanto faltam os ajustes finais e depois tenho que desenvolver um melhor controle e conhecimento do barco e de como este reage às minhas acções… é fundamental que barco e timoneiro estejam em sintonia, caso contrário as coisas podem ficar bem complicadas.

Para já o teste experimental foi com o amigo e colega de curso de vela Nuno Lima, que tal como eu estava apreensivo e à espera de ir a banhos… o que não se veio a verificar, pois a rota Gafanha da Encarnação/ Costa Nova/Gafanha da Encarnação.

O percurso foi feito na perfeição e quando todos estavam à espera de que o barquinho se voltasse nestas águas, ou de não conseguirmos voltar ao ponto de partida, eis que chegamos os dois sãos e salvos, de corpinho totalmente seco…agora só falta mesmo é treinar e arranjar o carrinho para o transportar até à água… e aqui ficam algumas das muitas fotos que foram tiradas neste dia…. Ler mai/Fonte: barcosecompanhia.blogspot.com

 

AMURAS!!! Gritou a baleia

amurasBaleia destrói veleiro. Um casal que gozava um dia de vela a bordo do seu iate, perto da Cidade do Cabo (África do Sul) não ganhou para o susto quando uma enorme baleia com mais de 30 toneladas saltou sobre o seu barco. O casal tinha avistado a baleia a uns 100 metros de distância e viram o gigantesco mamífero marinho aproximar-se, mas nunca imaginaram que não circundasse o barco. Ao invés, surgindo a 10m deste, saltou-lhe em cima. Ler mais/Fonte: caisdosul.blogspot.com

 

Grimaldi – Noticias

grimaldiNo passado dia 20 de Julho escalou o Porto de Lisboa na sua viagem inaugural o navio “GRANDE CAMEROON” a mais recente construção do armador italiano Grimaldi.

Cumprindo a tradição do Porto de Lisboa, a APL, em cerimónia realizada a bordo do navio, ofertou ao comandante uma placa comemorativa, assinalando desta forma, a sua escala no Porto de Lisboa em viagem inaugural. Esta cerimónia contou com a presença do Comandante do navio Giuseppa Minervini e representações da APL, liderada pelo Dr. Luís Barroso, Vogal do Conselho de Administração e da agência de navegação GRIMALDI Portugal, Lda, liderada pelo Dr. Marcello Di Fraia, Administrador, entre outros convidados.  Ler mais/Fonte: joseantoniomodesto.blogspot.com

 

CENO (Carta Electrónica de Navegação Oficial)

cenoCENO (Carta Electrónica de Navegação Oficial) – Cartas produzidas pelos institutos hidrográficos dos vários países do mundo, que servem como base de informação para a elaboração das ECDIS (Electronic Charts Display System).

As Cartas Electrónicas de Navegação Oficial (S57 / 3) são as únicas cartas oficiais em formato digital que substituem as Cartas Náuticas Oficiais em papel quando utilizadas num sistema ECDIS (Electronic Chart Display and Information System). A utilização primária das CENO é, naturalmente, na ponte de navios, permitindo uma condução da navegação marítima mais segura e eficiente. A leitura das CENO deve ser feita num equipamento designado por ECDIS, que para adoptar essa designação tem que ser certificado como cumprindo um conjunto de requisitos estabelecidos em 2 resoluções internacionais. A primeira dessas resoluções, foi aprovada pela Organização Marítima Internacional (OMI), em Dezembro de 1995, e intitula-se “Performance Standards for ECDIS”.  Ler mais/Fonte: salvador-nautico.blogspot.com

Julho 2010

IV Concurso de Fotografia Digital “Lagos é Natural”

folhetoO concurso tem como objectivos mobilizar as pessoas para a observação do meio natural e desenvolver a consciência para a valorização do património natural e preservação do ambiente. Os temas: “Lagos é Natural”; “A Biodiversidade”; “O Homem e o Mar”; “Mundo Submerso” convidam, quer à exploração do litoral de Lagos e do seu património, como ao registo dos valores naturais noutros pontos do país, consoante o tema escolhido. A recepção das fotos enviadas por e-mail começa em 1 de Julho e termina em 10 de Setembro de 2010. Fonte: caisdosul.blogspot.com

 

 

Noticias do Porto de Sines

portosinesLídia Sequeira, presidente do conselho de administração do porto de Sines, disse hoje que a China é um mercado estratégico para o porto português e manifestou o desejo de levar mais armadores para a infra-estrutura nacional. “Hoje, no shipping mundial, os crescimentos maiores de tráfego são com origem e destino no Oriente, e na China em particular”, disse Lídia Sequeira à agência Lusa no final do primeiro de dois seminários realizados no centro de negócios do pavilhão português na Expo 2010, em Xangai, na China. A responsável realçou a importância de o porto de Sines ter “um serviço direto, todas as semanas, da China”, mas reconheceu que gostaria de “ter mais serviços de outras companhias”.

Lídia Sequeira explicou que é relevante que estes serviços façam “os principais portos da China e passem em Singapura” e, “depois, o primeiro porto de escala na Europa”, seja o de Sines. Reiterando a “ambição” do porto de Sines ser “a porta atlântica da Europa”, o tema dos seminários que decorrem na Expo 2010, a presidente do conselho de administração referiu a este propósito que a infra-estrutura tem vindo a crescer, apontando igualmente um conjunto de melhorias no porto, de que destacou o funcionamento 24 horas por dia, sete dias por semana.

O seminário, organização conjunta da aicep Global Parques e PSA Sines, que opera o terminal de contentores do porto de Sines, contou hoje com a participação de cerca de 70 pessoas, entre empresários e representantes de instituições de Xangai ligados à atividade portuária. Fonte: Cargo News em joseantoniomodesto.blogspot.com

 

O Fenómeno dos mares

phenomenonHá duas possibilidades de você conhecer Al Copeland. Se gostar muito de comida, principalmente gordurosa, bem gordurosa, talvez já tenha ouvido falar na rede de fast-food americana Popeyes Chicken and Biscuits. Foi fundada por ele.

Não ajudou muito? Que tal cair no mar e tentar acompanhar in loco a uma corrida de lanchas? Bom, poderia ser perigoso, ainda mais se Al Copeland resolvesse cruzar o seu caminho. O empresário fez muito sucesso nas águas entre as décadas de 70 e 80, justamente o auge da modalidade nos Estados Unidos.

Hoje, seus feitos são apenas história. Portanto, não importa se você não o conhece. A memória dele, de alguma forma, permanece viva. Através sobretudo de seu filho, Al Copeland Jr., que se esforça para que suas façanhas não sejam esquecidas.

Desde que viu seu pai partir, em março de 2008, vítima de câncer, Al Jr. tem se dedicado a realizar os dois últimos desejos de seu eterno inspirador: descobrir a cura da doença e bater o recorde de velocidade no mar.

O primeiro objetivo ainda está um pouco distante. Mas o mais velho dos irmãos Copeland tem feito sua parte. Com a Fundação Al Copeland, vem conduzindo pesquisas e ajudando pessoas que sofrem com a enfermidade.

O segundo é mais palpável, pode-se dizer. E tem até previsão para ser atingido: início de julho. É quando Al Jr. pretende derrubar a marca de 354.85 km/h estabelecida por Dave Villwock. Não é uma tarefa fácil. Mas o homem dos negócios que, no mar, se transforma em piloto sabe com quem contar nesse desafio: o Fenômeno.

Não o atacante corintiano, claro. Esse é o nome – aqui, não apelido – de uma lancha, na verdade. Não é qualquer lancha. É uma lancha que, por muito tempo, foi sonhada por Al Copeland. Mas ele não pôde viver para vê-la escorregar pelas águas. Participou dos dois primeiros anos de sua construção. Foi, então, que teve diagnosticado o câncer. Oito meses depois, viria a perder essa batalha.

Mas o seu sonho se seguiria. E seria revelado em novembro do ano passado. Um possante dos mares que, se chama a atenção por sua multiplicidade de cores, não deixa por menos quando o assunto é velocidade. Pouco mais de 11 toneladas distribuídas em 17 metros de comprimento e impulsionadas por 4 motores e 12 mil cavalos. < br/> Não é pouca coisa, Al Copeland Jr. sabe disso. Ao contrário de seu homônimo brasileiro, o Fenômeno pode ir rápido, muito rápido. Algo em torno de 418 km/h. Para se ter uma ideia, um Boeing 737 voa a 804.67 km/h. É a resposta moderna ao famoso Titanic, sem Jack, Rose e o infame iceberg pela frente. Ao menos é o que esperam seus criadores.

Os primeiros testes não foram muito animadores. A lancha já esteve por sete vezes no mar. E após cada um delas, teve que ser recolhida para reparos e acertos. Mais preocupação para Liz, esposa de Al Jr., um dos que estará em seu interior quando o recorde de velocidade na superfície tentar ser quebrado. A outra será Scott Burnhardt. Poderiam ser mais quatro. Todas confortavelmente acomodadas em poltronas fabricadas com inspiração na Nascar. < br/> Nascar, Boeing – brincadeira à parte, alguns dos engenheiros vieram de lá -, mas como fazer para manter a lancha em águas seguras, longe das tão temidas ondulações? Bem, esse é o papel da asa canard instalada no convés. Ela tem como objetivo redirecionar o ar quando foi alcançada a velocidade de 289.68 km/h. Tudo em prol da segurança que tanto aflige a dedicada Liz.

Não resta dúvida. Os americanos já podem bater no peito e dizer: temos o nosso Fenômeno.

Junho 2010

Sustentabilidade e luxo

Sustentabilidade e luxoAlgo de Dubai e um pouco de Shakespeare.  O jovem designer inglês Alistair Callender, de 24 anos, não precisou de muito mais do que isso para lançar um projeto que vem revolucionando o mercado de iates de luxo. Com o seu Soliloquy, o setor deve finalmente ser agitado pelas ondas da sustentabilidade.

Nada de poluição. É isso que promete Callender. Para tanto, ele propõe a combinação entre energia solar, eólica e do mar. O sistema assegura uma navegação de 12 horas a oito nós de velocidade, renováveis na medida em que as baterias são carregadas com o sol durante a viagem. Nesse sentido, colaboram as janelas de vidros espalhadas pelo deck principal, que funcionam como um grande painel de absorção de energia.

Com 190 pés (58m) de comprimento e uma decoração moderna feita com fibras naturais, couro reciclado e madeira, o Soliloquy pode abrigar até 15 pessoas e conta com quatro quartos e uma sala de ginástica. O responsável pelo superiate, Callender, comemora a recepção do mercado ao conceito de eco-luxo idealizado por ele.

“Esse modelo é uma inspiração para as novas gerações. Sustentabilidade é algo muito próximo ao meu coração. Eu sou apaixonado pelo planeta e por iates e, com o Soliloquy, consegui materializar as duas coisas. Nós temos visto cada vez mais barcos e clientes indo nesse caminho. Acredito que, assim, as pessoas podem mostrar ao mundo que estão fazendo a sua parte para colaborar com o meio-ambiente”, disse.

Menos barulhento que seus pares, o Soliloquy não solta fumaça e não apresenta praticamente nenhuma vibração durante a viagem. Dois elementos distintos estão por trás desse inédito projeto entre as embarcações de luxo.

“A minha referência inicial foi a cidade de Masdar, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. É um lugar ecologicamente correto com emissão zero de poluentes e auto-sustentável. Paralelamente a isso, recorri a uma peça de Shakespeare para nomear a embarcação. Soliloquy é um termo que costumava ser usado quando os personagens revelavam seus desejos e pensamentos para a plateia. É como se esse superiate estivesse dizendo o mesmo para o mundo”, explica Callender.

Projeto aclamado por onde passou, a despeito das críticas que suscitou a respeito de sua navegabilidade no mar, o Soliloquy já foi alvo de sondagens de empresários e pretende reaquecer o mercado de embarcações depois da crise que assolou o mundo. Os alvos são as famílias reais de Omã e dos Emirados, que gastaram milhões nesses barcos antes da derrocada econômica global.

“Eu estava cético no início, mas, depois de conversar com alguns clientes, vi que vários deles estão dispostos a gastar quantias de dinheiro consideráveis para aderir a essa maré verde. É algo a ser reforçado também pelo objetivo que reúne alguns deles de adquirir o primeiro iate sustentável”, comenta Hein Velema, um dos mais famosos brokers de iates de Mônaco.

 

Exótico e autosustentável

Exótico e autosustentável“Esperamos abrir um novo caminho, oferecer um novo estilo de vida, que é diferente, sereno, contemplativo e que respeita o entretenimento, se movendo devagar pela água, combinando o prazer de velejar com absoluto conforto. Why é a união de nossos sonhos, um caminho verde que nos leva para longe com a vela”. A afirmação de Pierre-Alexis Dumas diz muito sobre o magnífico Wally Hermés Yacht, o WHY Yacht, projetado por ele junto de Lucas Bassani Antivari.

Unindo um design diferente da maioria ea uma tecnologia autosustentável, grande conforto e estabilidade, o WHY está entre o que há de mais interessante no mercado náutico nesse momento. Lucas Bassani destaca as seguintes qualidades: espaço, estabilidade, independência, movimento e paz.

O WHY, que tem 58 metros (190 pés) de comprimento e inpensáveis 38 mestros (124) de largura, é baseado em reciclagem de energia termal, visando sustentabilidade e segurança, além de grande economia de combustível. É projeto em um formato peculiar, com um total de 3400 metros quadrados disponiveis para 12 exclusivos passagerios em pernoite. No total, são três andares de puro luxo e espaço mais que à vontade operados por uma tripulação que pode tranquilamente chegar a 20 pessoas, segundo o fabricante.

No terceiro andar, intitulado “espaço máster”, há área reservada de 200 metros quadrados especialmente destinados ao proprietário do WHY. O espaço oferece acomodações internas privilegiadas, amplo local para banho de sol e, principalmente, uma visão única sobre os arredores marítimos.

Um piso abaixo, o WHY faz com que os convidados não sintam inveja. É um total de cinco suítes confortáveis, sendo duas delas com acesso direto para o terraço. Todas são circundadas por uma bela sala de leitura para a convivência.
O primeiro piso une multiplicidade, no espaço ideal para unir todos sortudos emarcados nos momentos de convivência. Há um longo deck onde todos podem se reunir sob o sol, no que se trata do maior perímetro, naturalmente, do WHY. O andar ainda contempla três salas: jantar, música e cinema.
Apesar de o WHY Yacht ser um projeto, existe uma maquete do barco em tamanho natural para os interessados executar o projeto e que para isso tenham potencial de investimento estimado em cerca de 150 milhões de dolares.

Especificações úteis:

Comprimento: 58 metros
Metros quadrados de áreas de convivência: 3400
Velocidade de cruzeiro: 12 nós
Velocidade máxima: 14 nós
Energia renovável produzida: 500 kWH/dia
Economia anual de combustível: 160 mil litros

Veja o vídeo do WHY Yacht e embarque neste sonho no site oficial do WHY YACHT.

 

Volta ao mundo

Canoagem no Douro InternacionalO maior “navio solar” do mundo, segundo seus construtores, foi apresentado nesta quinta-feira em Kiel, norte da Alemanha. A embarcação fará uma viagem pela Europa este ano e a volta ao mundo, em 2011.
“É um sentimento único ver concretizado, hoje, um sonho de tanto tempo”, afirmou Raphael Domjan, iniciador do projeto e futuro capitão.

Com 30 metros de comprimento e 16 metros de largura, o navio está equipado com mais de 500 metros quadrados de painéis solares fotovoltaicos e será “limpo e silencioso”, segundo PlanerSolar, nome da companhia responsável e da embarcação.

Poderá alcançar velocidade máxima de 15 nós (25 km/h) e capacidade para 50 pessoas. Para a volta ao mundo, os futuros tripulates pensam em permanecer o mais tempo possível perto do Equador para disfrutarem dias de Sol.

A viagem de 40 mil quilômetros deverá durar 140 dias, atravessando o Oceano Atlântico, o Canal de Panamá, o Oceano Pacífico e o Oceano Índico, até passar pelo Canal de Suez para chegar ao Mar Mediterrâneo.

Maio 2010

Aporvela leva jovens à The Tall Ships Races 2012

Aporvela leva jovens à The Tall Ships Races 2012A Aporvela lançou o concurso “Jovem Marinheiro” com o objectivo de integrar participantes mais novos na edição da The Tall Ships Races Lisbon 2012. Trata-se de um concurso nacional, inserido no programa “Jovens e o Mar”, da Aporvela, destinado a seleccionar alguns jovens portugueses para embarcarem em grandes veleiros durante as regatas internacionais da The Tall Ships Races. Dirigido a jovens entre os 15 e os 25 anos, este concurso levará os participantes àquela iniciativa, que passará por Lisboa em 2012 e que contará com cerca de 100 grandes veleiros e milhares de novos velejadores.

Os jovens irão integrar um dos grandes veleiros que participam na The Tall Ships Races, sendo da sua responsabilidade garantir a chegada a bom porto e toda a gestão da tripulação a bordo. O velejador Francisco Lobato apadrinha esta iniciativa, que tem como jurados não só este velejador internacional português mas também Marta Lobato, responsável da Comissão da Regata The Tall Ships Races Lisbon 2012, Rui Santos, gestor do projecto “Jovens e o Mar”, e André Melo, eleito “Young Sail Training Volunteer” do ano de 2009.

A The Tall Ships Races reúne anualmente apaixonados pela vela para participarem em regatas em grandes veleiros. Os participantes, de várias idades e de diferentes nacionalidades, partilham o facto de não terem qualquer experiência prévia na prática de vela.

 

Porto de Setúbal cresce 28%

Porto de Setúbal cresce 28%O Porto de Setúbal registou, já em 2010, um aumento do tráfego portuário nos valores acumulados a Março, ainda provisórios, comparativamente ao ano anterior, quer no número de navios, com um crescimento de 11 %, quer no volume de mercadorias, com uma evolução positiva de cerca de 28%.

No mesmo período, o segmento de contentores regista um crescimento acentuado de cerca de 208%, em toneladas. Estes resultados são fruto do esforço realizado pela APSS – Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, SA em parceria com os concessionários do Porto de Setúbal, e com os restantes elementos da Comunidade Portuária de Setúbal. O recente investimento do Grupo Portucel Soporcel na fábrica de papel de Setúbal, uma das unidades industriais âncora deste porto, teve também reflexos no volume de carga realizado, quer pelo aumento da produção de papel, quer pelas sinergias geradas na captação e desenvolvimento de linhas regulares de contentores.

Para além dos contentores, a carga geral, no seu todo, registou um crescimento de cerca de 41%, com especial destaque para os adubos, a madeira, produtos metalúrgicos e produtos agrícolas. Os granéis sólidos também assinalam um crescimento de cerca de 45%, traduzido essencialmente na exportação de clínquer.

 

Canoagem no Douro Internacional

Canoagem no Douro InternacionalEsta área permanece uma das mais agrestes e desconhecidas do rio Douro, onde ele corre mais selvagem, numa fenda abrupta ao longo de mais de 130 km partilhados com Espanha. Praticar aqui Canoagem é um privilégio, onde se podem avistar no meio do silêncio espécies de aves ameaçadas, entre as quais aquelas que nidificam nas fendas das falésias, como o Abutre do Egipto, a Cegonha Preta, o Grifo ou a Águia Real.

O programa propõe uma aventura de 4 dias, onde além dos percursos em canoa ao longo de alguns troços seleccionados, não faltam visitas guiadas, passeios pedestres e, claro, a gastronomia para retemperar forças.

Aventura, responsável por toda a logística do programa. Preço por pessoa: 90 € sem alojamento. Para mais informações e inscrições, contactar: www.amdourosuperior.pt ou www.sabordouro.com.

Abril 2010

Novidades de Abril

 

Caixa de madeira, cartas, dominó e dados.
Comprimento 20cm, 15cm largura e 6cm altura.

  • Um versátil caixa de espirito náutico, contendo os jogos de cartas, dominó e dados.

 

Bússola, relógio sol, antigo.
Diametro 5cm.

  • Uma bonita bússola, que é também relógio de sol, réplica de um modelo antigo.
  • Pode ser fornecida com a caixa de madeira ref. 18180box.

 

Ampulheta, latão, 1min., cx madeira.
Comprimento 7cm, largura 3cm e largura 2cm.

  • Uma útil ampulheta em latão, fornecida em caixa de madeira.
  • Só quer a ampulheta ? não há problema pode adquiri a ref. 18092.

Abril 2010

Lisboa recebe Volvo Ocean Race em 2012

Lisboa recebe Volvo Ocean Race em 2012A próxima edição da Volvo Ocean Race irá passar por Lisboa em 2012. Apesar de o anúncio oficial desta presença da prova na capital portuguesa decorrer apenas na próxima quarta-feira, numa conferência de imprensa no Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, o empresário João Lagos chegou já a acordo com a organização da regata de circum-navegação, com o apoio da autarquia e da administração portuária, depois de quase um ano de negociações. A escala na capital portuguesa servirá para efectuar reparações nos veleiros e para a realização de uma regata local.

Segundo a organização, as paragens para reparações serão mais curtas na próxima edição da Volvo Ocean Race, sendo habitualmente de duas a três semanas. Quanto ao percurso, e apesar de o calendário definitivo estar disponível só no final de Março, tal como na edição de 2008-09, as embarcações irão partir de Alicante, Espanha, rumo à Cidade do Cabo, na África do Sul, onde termina a primeira etapa, pelo que a escala em Lisboa só deverá decorrer mais tarde, em 2012.

Recorde-se que mais de 80 cidades demonstraram interesse em receber a Volvo Ocean Race 2011-12, para as escalas necessárias durante a prova.
Foto: Rick Tomlinson/Volvo Ocean Race

 

Veleiro construído com garrafas PET cruza Pacífico

Veleiro construído com garrafas PET cruza PacíficoO “Plastiki”, um veleiro catamarã feito com garrafas PET e outros materiais reciclados, prepara-se para realizar uma viagem de mais de 20 mil quilómetros, entre S. Francisco, nos Estados Unidos, e Sidney, na Austrália, no final deste mês. Esta viagem ao longo do oceano Pacífico tem como objectivo alertar as pessoas para o problema do lixo no planeta, passando por várias regiões de importância ambiental, nomeadamente pelo depósito de plástico do Pacífico, o Great Pacific Garbage Patch, onde se acumula muito material abaixo da superfície do oceano. A embarcação, de 20 metros de comprimento, é o resultado do trabalho do ecologista David de Rothschild e é composta por um sistema de flututação com 12 mil garrafas de dois litros presas ao casco, contendo apenas 12 gramas de gelo seco.

Quanto aos mastros, estes são feitos de canos de alumínio reciclado e as velas resultam de fibras de um tipo de PET. Além disso, as cabinas foram construídas à base de plástico reciclável e são removíveis para que possam ser utilizadas como estruturas em terra. É ainda de destacar que o tecto do “Plastiki” recolhe água da chuva para que esta possa depois ser usada para os banhos, para as turbinas eólicas, para os painéis solares e para duas bicicletas ergométricas adaptadas para a realização de exercícios que geram energia a bordo.

No total sete pessoas compõem a tripulação do “Plastiki”, num projecto que teve início há três anos, depois de David de Rothschild ter conhecido um relatório do programa ambiental das Nações Unidas sobre os ecossistemas e a biodiversidade em alto mar.
Foto: Exame Brasil

 

Barco ecológico prepara volta ao mundo

Barco ecológico prepara volta ao mundoO “Planet Solar”, um barco movido a energia solar, irá iniciar uma volta ao mundo em Abril de 2011, sendo o primeiro barco com estas características a executar uma circum-navegação. Lançado recentemente em Kiel, na Alemanha, o “Planet Solar” é um catamarã com 30 metros de comprimento e 15 metros de largura e equipado com 470 m2 de painéis solares, projectado pelo suíço Raphaël Domjan e construído pela empresa alemã Knierim Yacht Club. Com capacidade para navegar 1000 quilómetros sem sol, este catamarã tem ainda a vantagem de necessitar apenas de três funcionários quando viaja a 15 km/h, recebendo até 200 passageiros. No entanto, na viagem do próximo ano este barco ecológico contará apenas com 50 pessoas e irá realizar algumas paragens estratégicas ao longo da linha do Equador, onde a incidência de raios solares é maior.

A volta ao mundo percorrerá 40 mil quilómetros em 140 dias e passará pelo oceano Atlântico, pelo Canal do Panamá, pelos oceanos Pacífico e Índico e pelo Canal do Suez, rumo ao mar Mediterrâneo.

Para já, durante este ano o “Planet Solar” fará um percurso na Europa que servirá como um teste para a circum-navegação.