Porto de Faro reforça capacidade exportadora do Algarve
A exportação de materiais de construção de elevada qualidade, produzidos no Algarve, para o arquipélago de Cabo Verde e para o Norte de África está a ser, esta semana, reforçada com as escalas de dois navios de carga no Porto de Faro.
O navio N/M Zelek Star carregou 4700 tons de cimento e 24 tons de cimento cola, com destino ao Porto do Mindelo em São Vicente – Cabo Verde. Neste final de semana, 3000 tons de cimento e 770 tons de telha lusa serão estivados nos porões do N/M Burhan Dizman II e transportados para o Porto de Tenes, na Argélia.
Desde o início do segundo semestre de 2011, os Portos do Algarve têm intensificado as relações comerciais com a bacia do mediterrâneo e com as ilhas atlânticas da macaronésia, da Madeira, Canárias e Cabo Verde, com o Porto de Faro a ganhar uma importância acrescida no contexto dos portos comerciais nacionais.
Ler mais/Fonte: cargoedicoes.pt
Portugal vai receber grande parte dos 4,5 mil milhões da UE para investir no Atlântico
A comissária europeia para os assuntos Marítimos e Pescas disse esta semana que a Europa previa gastar, entre 2007 e 2014, 4,5 biliões de euros no Oceano Atlântico, a que acrescem 16 milhões de euros para energias marítimas renováveis.
«Grande parte desse valor da Comissão Europeia virá para Portugal», afirmou Maria Damanaki aos jornalistas durante a conferência do Atlântico, acrescentando «haver a perspectiva de que o montante, numa segunda fase, seja ainda mais elevado». Uma decisão a ser tomada nos próximos dias, referiu.
A responsável adiantou ainda que é fundamental para a Europa avançar com uma política de pesca responsável e sustentável e anunciou a criação de uma linha de crédito para projectos de aquacultura, disponível também para o nosso país. Maria Damanaki, salienta que estas duas medidas têm por objectivo combater a elevada taxa de importação de peixe proveniente de países como a China e Vietname, que anualmente aumentam em 10 por cento a suas produções em aquacultura.
«Sessenta a 80 por cento do peixe que consumimos é importado. É uma situação que não podemos aceitar. É necessária uma reforma para avançar em direcção a uma pesca responsável. Além disso, iremos criar uma nova linha de financiamento para impulsionar projectos de aquacultura, disponível também para Portugal», afirmou a comissária. Sobre a estratégia marítima apresentada pela Comissão Europeia para o Atlântico, Maria Damanaki adiantou que esta «vai aproveitar as especificidades do oceano e avançar com um plano concreto de acção» para «se obter um crescimento sustentável e a criação de mais emprego, muito importante nesta altura de crise».
Ler mais/Fonte: normark.pt
Glossário Náutico por Rui Salvador
Palavras do autor: “Ao longo do meu percurso de leitor, habituei-me a pesquisar e anotar o significado de termos desconhecidos existentes num qualquer texto. O mesmo aconteceu com a leitura da obra “A Caravela Portuguesa e as Navegações Henriquinas” do Comandante de Marinha, Quirino da Fonseca e a pesquisa resultou na elaboração de um pequeno folheto que anexei à referida obra. Mas como o interesse no tema era grande, a pesquisa não se ficou pela referida obra e partiu para “Além-mar”, i.e., iniciei uma procura de todos os termos relativos ao mar e à navegação marítima, nomeadamente termos referentes ao navio (sua composição e estrutura) e à navegação, de vários tipos: recreio, mercadorias, cruzeiro, militar, desportiva, etc. Entretanto nesta busca, a obra seguiu o rumo de introduzir o maior número de termos que fosse possível encontrar bibliograficamente acerca dos assuntos do mar.”
“Assim, este glossário “navega pelos mares” das: Geografia; Meteorologia; Construção Naval; Pesca; Ictiologia; Direito do Mar; Ambiente; Navegação; Náutica; Aeronáutica; Astronáutica; Tecnologia Naval e Estruturas e Organizações, públicas e privadas, relativas ao mar ou à navegação. Após pesquisa efectuada no mercado editorial, verifiquei a existência de algumas obras neste âmbito, umas com referências a termos náuticos actuais (em 1990) e antigos, outras com traduções em várias línguas, mas nenhuma com o leque de temas náuticos tão vasto quanto este “Glossário Náutico”, apesar de não considerar esta, uma obra completa até porque, com o constante desenvolvimento tecnológico a que o mundo assiste diariamente, seria praticamente impossível considerá-la como tal.
Estamos portanto na presença de uma obra que será sempre alvo de revisão, mas que neste momento é a mais actual. Eis o “Glossário Náutico”.”
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