Monthly Archives: Fevereiro 2013

Abril 2013

Volvo Ocean Race 2014-15: Chinesa Sanya junta-se a Lisboa no lote de cidades-sede

Volvo Ocean Race 2014-15: Chinesa Sanya junta-se a Lisboa no lote de cidades-sedeNum percurso do qual faz igualmente parte Lisboa, a mais recente confirmação como cidade-sede da Volvo Ocean Race 2014-2015 pertence à cidade chinesa de Sanya, que assim repete a presença numa volta ao mundo da qual já fez parte na última edição.

A cidade, recorda a organização da Volvo Ocean Race, é considerada a capital do turismo da província de Hainan, devido ao clima tropical que se mantém durante os 12 meses do ano. Na próxima edição da Volvo Ocean Race, Sanya figurará entre as paragens em Abu Dhabi e Auckland, na Nova Zelândia.

Esta será a terceira vez que a China contará com uma cidade entre os stopovers da regata, depois de, na edição de 2008-09, ter visto Qingdao como cidade-sede. Em 2011-12, coube a Sanya assumir a representação chinesa.

A 12.ª edição da Volvo Ocean Race terá como ponto de partida Alicante, Espanha, sendo que, para já, estão confirmadas Recife, no nordeste do Brasil; Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos; Sanya, na China; Auckland, na Nova Zelândia; Itajaí, no sul do Brasil; Newport, nos Estados Unidos; Lisboa, em Portugal; e, finalmente, Gotemburgo, na Suécia. Ler mais/Fonte: diariodigital.sapo.pt

 

Navio Gil Eannes abre novamente a visitas

Navio Gil Eannes abre novamente a visitasA Fundação Gil Eannes informa que o Navio Hospital Gil Eannes encontra-se novamente aberto ao público todos os dias e a partir das 9H00. As visitas guiadas a grupos escolares devem ser marcadas em www.fundacaogileannes.pt ou pelo telefone 258 809 710. O Navio Hospital Gil Eannes, construído nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo em 1955, que serviu a frota bacalhoeira nos mares da Terra Nova e Gronelândia entre as décadas de 50 a 70, foi resgatado ao sucateiro em 1997 pela então “Comissão Pró-Gil Eannes” e aberto ao público em Agosto de 1998, já como propriedade da Fundação Gil Eannes.

A Fundação Gil Eannes considerando-o património cultural tem vindo ao longo destes quinze anos, a transformar o Gil Eannes num espaço museológico, onde o percurso de visita se inicia no castelo central, podendo visualizar-se locais como os camarotes do capitão, imediato, telegrafistas, casa de navegação, barbearia, cozinha, casa das máquinas, consultório médico, bloco operatório, sala de jantar dos oficiais, capela entre outros, e ainda, aceder a diversos registos fotográficos e documentais.

Recorde-se que no passado dia 19 de Fevereiro o Navio Hospital Gil Eannes deu entrada nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo para a realização de vários trabalhos de reparação, manutenção e tratamento do casco e no dia 14 de Março, regressou à antiga Doca Comercial de Viana do Castelo.
Ler mais/Fonte: nauticapress.pt

 

Estratégia Nacional para o Mar 2013-2020 debatida em Lisboa

Estratégia Nacional para o Mar 2013-2020 debatida em LisboaO Auditório Mar da Palha, no Oceanário de Lisboa, recebeu sexta-feira um debate promovido pela PwC sobre o tema “Economia Azul – Que Rumo? – Estratégia Nacional para o Mar 2013-2020”, que contou com a presença de líderes de empresas dos mais variados setores de atividade, universidades, instituições nacionais, instituições regionais, instituições locais, Marinha, representações diplomáticas, clusters do mar , entre outras entidades.

Entre as conclusões deste encontro, a organização destaca: consenso sobre a importância fundamental do potencial da economia do mar no desenvolvimento do país; abertura dos autores da Estratégia Nacional para o Mar 2013-2020 para ouvir todos os contributos a serem dados durante o período de discussão pública e fazerem as alterações que considerarem necessárias; urgente necessidade de simplificação administrativa em todos os processos associados às atividades do mar, acabando com processos complicadores por parte do estado, sendo necessário que o estado tenha uma postura de incentivador das atividades económicas do mar; importância fundamental da abordagem regional, adicionalmente, no caso das regiões autónomas, particularmente a região autónoma dos Açores, considera que a proposta da Estratégia Nacional para o Mar pode ser melhorada, clarificando as respetivas responsabilidades nas diferentes temáticas; a importância que a União Europeia dá aos temas da economia do mar; a necessidade de existir um consenso nacional alargado sobre os temas do mar, que envolva toda a sociedade e respetivos partidos.

O evento foi aberto pelo Secretário de Estado do Mar, Manuel Pinto de Abreu. O primeiro painel, moderado por Helena Vieira (CEO da Bioalvo), contou com apresentações de Francisco Mendes Palma (Diretor do Espírito Santo Research), Daniel Santos (Diretor Coordenador da Caixa BI), Fernando Ribeiro e Castro (Secretário Geral do FEEM), Rui Azevedo (Diretor Executivo da Oceano XXI), Regina Salvador (Professora da Universidade Nova de Lisboa), e Joaquim Macedo de Sousa (Professor da Universidade de Aveiro).

No segundo painel, moderado por Miguel Herédia (Ocean Vision), António Vidigal (CEO da EDP Inovação), Manuel Tarré (Fileira do Pescado), João Freire Cardoso (Diretor Geral da Ocean Plug – REN), Jorge D´Almeida (CEO da SACONSULT), Óscar Mota (Assessor da Direção da Associação das Indústrias Navais) e Roy Garibaldi (Diretor da Sociedade de Desenvolvimento da Madeira), participaram como oradores.

O terceiro painel, moderado por Isabel Gião (Sócia da Vieira de Almeida e Associados), teve como oradores David Mascarenhas dos Santos (Presidente da CCDR Algarve), Eduardo Brito Henriques (Presidente da CCDR Lisboa e Vale do Tejo), Carlos Neves (Presidente da CCDR Norte), Paulo Oliveira (Diretor do Parque Natural da Madeira) e Frederico Cardigos (Diretor Regional dos Assuntos do Mar). Já o painel de encerramento foi moderado por Miguel Marques (sócio PwC) e contou com a presença de Manuel Pinto de Abreu (Secretário de Estado do Mar), Tiago Pitta e Cunha (Ocean Vision) e António José Correia (Presidente da Câmara de Peniche).
Ler mais/Fonte: portosdeportugal.pt

 

 

Março 2013

Atlantis Cup celebra 25 anos em 2013

Atlantis Cup celebra 25 anos em 2013A Atlantis Cup – Regata da Autonomia, que liga quatro das nove ilhas dos Açores, celebra este ano a 25ª edição, uma competição singular que conta anualmente com participantes nacionais e internacionais, foi anunciado esta quinta-feira pela organização.

Em 2013, a maior prova de vela de cruzeiro dos Açores será disputada entre 28 de julho e 06 de agosto, estando já a decorrer o prazo de inscrições, refere em comunicado a organização da competição naútica, destinada a barcos de cruzeiro da classe ORC, ANC e OPEN.

A organização revela que, como é hábito, o Clube Naval da Horta, conjuntamente com a regata edita uma revista, denominada “Atlantis Cup”, uma publicação bilingue (português e inglês) que é distribuída nos centros do iatismo nacional e internacional. A primeira edição da Regata da Autonomia decorreu em 1988 e numa primeira fase largou amarras do Porto da Horta, um modelo que viria a ser alterado anos mais tarde, com a largada a ser dada do Porto de Ponta Delgada, figurino que se manteve até 2009, estendendo-se presentemente também a Vila do Porto, na ilha de Santa Maria.

“Sendo uma das regatas costeiras mais bonitas que tem lugar em Portugal, a Regata da Autonomia tem ao longo dos anos vindo a ter um número oscilante de participações nacionais e internacionais, sendo igualmente um excelente contributo para o crescimento da frota regional e para consolidação da vela de cruzeiro, como modalidade náutica de interesse e que pode promover turisticamente os Açores”, sustenta a organização.

A Autoridade Organizadora da prova é constituída pelo Clube Naval da Horta (CNH), com o patrocínio da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, Governo Regional dos Açores e Liberty Seguros e com a colaboração do Clube Naval de Santa Maria, Clube Naval de Ponta Delgada e o Angra Iate Clube. Ler mais/Fonte: acorianooriental.pt

 

Douro Marina inaugura em Abril edifício único no Norte

Douro Marina inaugura em Abril edifício único no NorteUm ano após a sua inauguração, a Douro Marina, em Gaia, apresenta uma taxa de ocupação permanente de 60% e prepara-se para a abertura, em Abril, do edifício de apoio que será um “ícone na zona norte do país”. “Não foi só fazer um edifício de marina, mas de referência para o Norte”, explicou hoje José Sampaio, director comercial da Douro Marina, que salienta a “arquitectura bastante valorizada” da nova infra-estrutura.

A primeira fase da Douro Marina, situada na margem Sul do Douro, mesmo à entrada da foz do rio, foi inaugurada a 4 de Fevereiro de 2012 e correspondeu a um investimento de cerca de 6,5 milhões de euros, numa estrutura com estacionamento para 300 embarcações até 20 metros.

Prevista para Julho de 2012, a segunda fase, orçada em 3 milhões euros, ficará concluída apenas em Abril com a abertura do edifício de apoio que, “além dos espaços habituais”, foi estruturado numa “lógica hoteleira” e terá “salas de formação e de eventos”. José Sampaio faz agora um “balanço extremamente positivo” do primeiro ano da Douro Marina, que apresentou uma taxa de residência fixa na ordem dos 60% (170 lugares) e acolheu 370 barcos de passagem, com uma média de permanência de 4 dias.

“Este ano o objectivo é chegar aos 1.000, 1.200 barcos de passagem [e] contamos, este ano, ter a marina com 80% de ocupação permanente (contratos anuais) e 20% dos lugares para barcos de passagem”, explica. Assumindo-se como a “maior infra-estrutura náutica entre Cascais e a Galiza”, a Douro Marina terá, a partir de Abril, 2 restaurantes, uma cafetaria, uma loja náutica, uma academia de vela e outros espaços a preencher o edifício erguido mesmo junto ao cais e desenhado pelo gabinete de arquitectura Barbosa e Guimarães.

Maioritariamente procurada pelos mercados francês, alemão, holandês e inglês, a marina é actualmente a única a Norte com capacidade para receber iates de 50 metros. A gestão da concessão da marina está a cargo do Grupo MCA, que fará a exploração num período de 30 anos. A área de concessão compreende a zona de estacionamento de embarcações, com cerca de 49 mil metros quadrados, e outra para estacionamento temporário a seco para reparações, com mais de 4 mil metros quadrados, apoiada por um edifício oficinal. Depois de em 2012 ter acolhido a primeira etapa no Porto da competição Extreme Sailing Series, a Douro Marina prepara-se para, em 2013, receber novamente a frota de catamarãs entre os dias 25 e 28 de Julho, para o 5.º acto do circuito internacional que arranca em Março em Muscat, Omã.
Ler mais/Fonte: porto24.pt

 

Assembleia Municipal decide se Lisboa integra Volvo Ocean Race

Assembleia Municipal decide se Lisboa integra Volvo Ocean RaceA Assembleia Municipal de Lisboa vota terça-feira a participação da cidade como porto de escala das duas próximas edições da Volvo Ocean Race, regata integrada entre os cinco maiores eventos desportivos do Mundo. Em discussão, e votação, estarão os quatro milhões de euros necessários para Lisboa fazer parte das edições de 2014-2015 e 2017-2018.

Para a edição de 2014-2015 estão já asseguradas as passagens por Alicante (Espanha), Recife (Brasil), Abu Dhabi, Auckland (Nova Zelândia), Itajaí (Brasil), Newport (EUA) e Gotemburgo (Suécia). Tendo em conta a última edição, que contou com dez portos, faltarão mais três cidades. Uma delas poderá ser Lisboa, caso mereça aprovação em Assembleia Municipal.

Segundo um estudo da PricewaterhouseCoopers, a passagem por Lisboa da Volvo Ocean Race de 2012, considerada de interesse público nacional pelo Conselho de Ministros, teve um impacto económico entre 29,2 a 34,4 milhões de euros. Desse valor, 16,4 milhões referem-se ao impacto direto, enquanto o indireto oscilou entre os 13 e os 18 milhões de euros. No mesmo estudo, Lisboa mereceu um total de 202.510 visitantes a uma escala que teve 700 horas de cobertura televisiva e uma audiência de 111 milhões em 37 países.

O projeto foi aprovado pela câmara a 30 de janeiro, mas, na altura, apenas a maioria socialista votou a favor, tendo o PSD e o PCP votado contra e o CDS-PP abstido. O “enorme custo” da prova para o município levantou dúvidas às bancadas social-democrata e comunista. Contudo, o presidente António Costa defendeu que o esforço para a manutenção da etapa em Lisboa entre 2015 e 2018 podia ser compensado quando fosse renegociada a base da partida para o próximo ciclo de regatas. De acordo com António Costa, o objetivo é ter a partida da prova em Lisboa. Segundo um acordo entre a câmara e a Associação de Turismo de Lisboa (ATL), as duas partes terão de pagar, até meados de 2018, quatro milhões de euros para a passagem das duas próximas edições da regata Volvo Ocean Race pela capital.
Ler mais/Fonte: desporto.sapo.pt